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8 de mai. de 2009

Quando usuário gera mais tráfego que o Times


Conheça a história de MrBabyMan, o usuário mais popular e bem avaliado no Digg. Seu trabalho, fora da rede, não tem nada a ver com a internet, trabalha com cinema em Los Angeles há anos. Mas dedica entre três 3 quatro horas e postar notícias em redes sociais. Conta que se diverte ao comprovar que as pessoas se emocionam com as mesmas histórias que lê.

Para se ter uma idéia da popularidade de MrBabyMan, quando ameaçou deixar o Twitter, sua mensagem ganhou a página principal do Digg.

Desde que se registrou ao sistema de validação de conteúdo, enviou mais de 12 mil notícias e cerca de 30% desse total (3.600) foram destacadas na home. Diz que nunca pensou em calcular o tráfego que gera quando envia cada página, mas garante que é maior que a média de visistas registradas em um artigo do New York Times. "Tenho consciência de que isso afeta meu critério na hora de enviar notícias."

meu comentário: os critérios de noticiabilidade são inabaláveis.

A pensar,

LM

12 de jan. de 2009

O papel do jornalista

Há quem diga que o jornalista verá suas funções desaparecem por causa da suposição de que as notícias não serão mais impressas em rotativas e pelo fator econômico. Tal afirmação ignora as discusssões atuais sobre o capitalismo cognitivo e trabalho imaterial. O que está em jogo é entender qual é a função de cada suporte em um espaço dominado por tecnologia de ponta, pautado pela justaposição entre virtual e real.

Com as novas possibilidades, um único dispositivo reunirá conteúdo de rádio, tevê, papel, internet e mídias móveis. Não se sabe por qual nome será chamado. Mas há uma certeza, a distribuição e produção multiplataformas: o celular enviará foto para a tevê, no rádio digital do carro tocam músicas baixadas pela internet; também pela rede, envia-e informação empacotada de todo tipo a qualquer dispositivo.

Isso prova que jornalistas serão necessários quando o assunto for conteúdo. Não importa em qual dispositivo. Claro que a existência do jornalista não suprime a colaboração do leitor na produção informativa. Mas a profissão exige técnica que só a formação de Jornalismo pode cumprir - com ou sem diploma.

Jeff Jarvis, no Buzz Machine, não acredita no fim da profissão, mas na ampliação do campo. "I don’t think they’ll be gone. Typesetters are gone. Darkroom technicians are gone. But now journalism can grow. More people can do it now. No factory needed", escreve no post Who suffers first in the death of the press.

O professor e diretor do programa de jornalismo interativo da Graduate School of Journalism arrisca uma previsão:

"(...) I believe, as I said here, that many slices will make up a new pie: more focused news companies contributing journalism and curation and other value; successful specialist bloggers growing large businesses (Gawker Media, TechCrunch, Silicon Alley Insider); smaller bloggers that are big enough to make them worthwhile to make (BaristaNet); volunteer bloggers and contributors who add to the pie because they care and share; public-supported journalistic activity (Spot.us, ProPublica); crowd-created efforts, and on and on. Note, though, the verb that started that long sentence: 'believe.' I don’t know yet. None of us does until we try and learn and share best practices. (That [plug] is why we’ve started the New Business Models for News Project at CUNY and that will be its work.)

But I am confident that journalism as an activity will not disappear, that there will be a market demand for it, that there are many new ways to fulfill the task (and debate about how it is done). But - bottom line - journalism and journalists will not disappear unless they insist on defining themselves as an industry that operates in just one way, still making things (no longer bigger than beer). The key to survival is reinventing what we do. "

A pensar,

LM

10 de dez. de 2008

Quase lá

Dois exemplos pinçados da Folha Online sobre uso inteligente de ícones para ilustrar hipermídia que valem a pena ser utilizados. Ganha o usuário, pois usa o crivo de leitura do mundo real no ciberespaço. Ganhamos também, pesquisadores, por verificar que estamos no caminho do trabalho aplicado ao mercado jornalístico. Obviamente porque fazer parte desse share faz toda a diferença ao levar discussões desse tipo para a academia.

Mas há um porém (como em quase tudo): a idéia de crivo pode ser aplicada também a edições de imagens randômicas, como essa ainda na Folha Online, e o design informacional resolve isso. Muito bem. Vale a pena experimentar.


E também eliminar redundâncias: ícone + vídeo + veja. Um botão play poderia resolver essa questão. Ou não? De novo, é a vez do design informacional pensar em uma saída razoável.

A pensar,

LM

20 de nov. de 2008

Todos no 6° SBPJOR


Esta pesquisadora participa da mesa coordenada "Jornalismo e Tecnologia", com o artigo "A composição da página noticiosa nos jornais digitais: o estado da questão" na sexta, 21, às 14h, na sala 6, da Universidade Metodista.
LM

7 de set. de 2008

Creative design



Página da designer alemã Maleika Esther Attawel...  
Desenho clean, mas falta jornalismo na organização do conteúdo...


no Web Herald, more, more, more em excesso na página. 



Mesmo problema no News Den....

A pensar, 

LM 

1 de set. de 2008

Open source em pauta


Está no ar a revista We com a proposta de discutir a participação dos usuários na produção de conteúdo.
Vale lembrar que o open source pode ser um critério de composição da página noticiosa.
LM

25 de ago. de 2008

Estado da arte dos jornais dos EUA


O designer britânico Frank Ariss, responsável pelo redesenho do Minneapolis Tribune em 1969 conta, em entrevista a Mario García, o que pensa do desenho dos jornais americanos:

Mario: How would you describe the state of U.S. newspaper design today? Do you have a favorite newspaper in terms of design?
Frank: State of US newspaper design? Bloody deplorable. Bad editorial content can never be redeemed by good design nor can good editorial content be totally destroyed by bad design. So, show me a newspaper that has good editorial content and good design and it will be my favorite.

A pensar,

LM

24 de ago. de 2008

De remediações e hipermídia 2

Reportagem multiforme do G1: o jornalismo digital é multimidiático ou hipermediático? Remediado já está mais do que certo que é: edição de matéria pinçada da tevê, texto e linha fina...

A pensar,

LM

22 de ago. de 2008

É possível 3?


Tratamento na web para o ouro da brasileira Maurren Maggi conquistado na sexta-feira, 25/8, no salto em distância dos Jogos Olímpicos de Pequim. A capa atrai pelo formato diferente do usado normalmente nas edições on-line. A foto panorâmica grande leva o leitor a entrar no texto à espera de algo mais. Entretanto, o segundo nível do clique o leva a mais do mesmo: superfície em branco, diagramada no formato do papel, com título e texto. Only.

A pergunta é: vale quanto pesa?

A pensar,

LM

É possível 2?



Dá para fazer a mesma avaliação - belíssimas - das páginas da versão on-line da Folha?
A pensar,
LM

É possível?



Reprodução Folha de S.Paulo/ 2006 e 2008
Belísssimos os desenhos das páginas da Folha para a Copa de 2006 e o jogo do Brasil x Argentina nas Olimpíadas de Pequim de 2008.
E a pergunta permanece: qual é o nó na web?
A pensar,
LM

Are editors a luxury?

Pergunta o professor da Universidade de Nova York, Jeff Jarvis, no blog do jornal digital inglês The Guardian:

"Do we need editors? I hesitate to ask, knowing that one or two will be taking a sharpened pencil - a cursor, rather - to this very question. It's like insulting the surgeon moments before going under the knife. But as newspapers - especially regional papers in the UK and US - pare to the bone and then the marrow, it is worth asking whether editors are now a luxury."

Íntegra

A pensar,

LM

Infográfico na web tem que ser animado?



O infográfico do jornal português Público mostra como é produzido o etanol de milho. O desenho já se basta para o entendimento do processo. Mas uma animação sem a intervenção do usuário anima o desenho. A pergunta que se faz é a seguinte: é necessário animar esse infográfico só porque o suporte no qual ele está publicado é digital?

A pensar,

LM

The Dubai Report

Projeto do Mario García para o Gulf News, em Dubai. Qual é o nó da web para se pensar projetos gráfico e editorial?

A pensar,

LM

18 de ago. de 2008

Vida longa para o papel


Em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo, Rosental Calmon Alves, diretor do Knight Center for Journalism in the Americas, da Universidade do Texas, diz que os jornais impressos têm vida longa. Entretanto, avisa que mesmo em países onde as vendas estão subindo, os jornais terão de passar por mudanças radicais.

LM

12 de ago. de 2008

Olimpíada pra todo lado


Destaque da capa do El Mundo. A área nobre toda tomada por notícias dos jogos olímpicos de Pequim.
A pergunta é: precisamos dessa overdose? E o conflito na Geórgia?
A pensar,
LM

11 de ago. de 2008

Menos é mais



Novo site da rádio Eldorado, o Território Eldorado exagera na redundância.... Faltou teoria do jornalismo no projeto gráfico on-line....

A pensar,

LM

2 de ago. de 2008

O futuro dos jornais

O professor da Universidade de Nova York, Jeff Jarvis, tem uma boa proposição sobre o que será dos jornais em 2020. O texto é de 2007, apresentado na WAN (World Association of Newspapers), mas ainda está atual.

“By 2020, we had better hope that newspapers aren´t just papers anymore but are valued members of larger networks that enable their communities to gather, share, and make sense of the news they need.”

Íntegra
http://www.buzzmachine.com/newspapers-in-2020/

A pensar,

LM

22 de jul. de 2008

Vídeos, Play, Veja...


Vídeos, Play, Veja, TV Estadão, Play....

Precisa mais?

A pensar,

LM