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5 de jul. de 2010

"Há algo de podre no reino de Steve Jobs"

Recomendo leitura da coluna de Pedro Doria publicada hoje no Link, de O Estado de S.Paulo.

26 de jun. de 2010

‘Link’ em 3D nesta segunda-feira


Do Link:


Na segunda-feira, 28, o Link chega aos leitores do Estado com uma edição especial 3D.
Junto do caderno, o jornal trará óculos encartados para ver as imagens das reportagens. Todas elas, além dos anúncios em todos os caderno do Estado, passaram por tratamento especial para reproduzir o efeito. Uma iniciativa parecida já havia sido feita em 1999, quando os anúncios do jornal circularam com um tratamento de imagem semelhante, mas é a primeira vez que o Estado utiliza o recurso em reportagens, em imagens e infográficos.
A onda do 3D, que já teve muitas fases no cinema e na fotografia, voltou à cena nos últimos três anos com o lançamento de filmes e animações 3D e com surgimento de televisores que reproduzem imagens em três dimensões, além de games para computador que começam a usar o efeito.
Mas a edição especial do Link desta segunda vai além disso, e mostra como a tecnologia pode transformar até a maneira que reconstruímos o passado e que projetamos futuro da humanidade.

8 de abr. de 2010

Lan house em 2º lugar



No ano passado, a casa das pessoas passou a ser o principal lugar de acesso à internet, ultrapassando as lan houses, segundo estudodivulgado ontem pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). As lan houses, centros pagos de acesso à rede, tinham ficado em primeiro lugar em 2007 e 2008.
“O ano passado registrou a maior taxa de crescimento na posse de PCs e no acesso residencial à internet desde o início do estudo”, disse Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br, centro responsável pelo estudo, explicando a expansão do acesso residencial. “Isso reflete o crescimento da capacidade de consumo da população de renda mais baixa, além de programas do governo, como a redução de impostos para computadores.”
(via Renato Cruz, no Link (estadao.com.br)

3 de out. de 2009

O futuro da internet

Tem que ler:

by Renato Cruz

Aos 40 anos, a internet precisa se reinventar. Em 29 de outubro de 1969, foram conectados os laboratórios de computação da Escola de Engenharia e Ciência Aplicada da Universidade da Califórnia em Los Angeles (Ucla) e da SRI International, um instituto de pesquisas em Menlo Park, na Califórnia, na rede que viria a ser chamada de Arpanet, a precursora da rede mundial.  +
 
LM

3 de jun. de 2009

O jornalismo de tags do Link, do Estadão

Atualizado às 18h40


Entrou no ar na noite dessa terça, 2, a nova página do Link. Com design clean, que lembra o WordPress, a proposta da versão digital do caderno do Estadão é oferecer navegação intuitiva e baseada em tags.

Ainda que pautado pela hierarquia e diagramação, o redesenho da seção de tecnologia segue a lógica de uma estética de base de dados, o que não deixa de ser, de algum modo, o começo da migração da cultura da página para a cultura de dados (BERNES LEE: 2009). Destaque para o cabeçalho.

meu comentário: no bom caminho...

Festa de lançamento


LM

21 de dez. de 2008

Visualização de dados em teste


Dos desbundes que surgiram por causa da web, o link permanece inabalável, ainda que tenha sido amplamente explorado em outros sistemas, como o CD-ROM. Virou commodity.

Também não se pode negar que o rompimento da temporalidade e mudança da noção de espaço assumiram outra perspectiva. Mesmo que a tevê já fosse multimídia, hipermídia ou intermídia, na web banda larga aumentou a exibição da mistura áudio+vídeo+texto+fotografia+animação+infográfico. Tudo feito na mesma plataforma - papel e diagramação em colunas.

Mesma plataforma que trouxe as redes sociais (antes, comunidades) e a concepção a partir de base de dados. Reunir base de dados + redes sociais é praticamente mapear toda a internet. Ainda que essa base seja texto, imagem ou qualquer outro sistema.

Exemplo disso são os sites noticiosos, sobretudo americanos e espanhóis, que arriscam e apostam e novos formatos de exibição, como o da Time para o Homem do Ano. Em torno da imagem de Barack Obama, montou-se uma rede de personalidades escolhidas pela revista ao longo dos anos. Basta passar o mouse sobre um nome e aparece uma cadeia relacionada.

À revelia das críticas, ainda não há sistematizações concretas sobre o que se pode fazer no espaço digital, ciberespaço (ou o que for), portanto, mais importante que seguir padrões estabelecidos, é o fato de serem experimentados várias formas até se chegar a um denominador comum - ou não.

A pensar,
LM