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25 de mai. de 2010

iPad app planning

                                               

De volta à remediação: para Mario García, o jornal que vai dentro do iPad tem de "ecoar elementos do papel e do online". E o ponto de partida é pensar a arquitetura da informação, pois o grande desafio é criar uma edição comprimida:


"What are the elements that tablets can offer, which you could not find in print or online editions? In my view, the tablet is made to be a companion with which one can relax, as we do with paper. It does not have the sense of urgency that we attach to reading online, or the tediousness of it. After all, whatever focus groups or research we do these days, we hear that reading online is equated to work, while reading on paper is more of a leisure activity. In that sense, tablets are akin to print."


sobre arquitetura da informação, García não propõe nada de novo:


"Do a good planning session on information architecture before you do anything else.  Visual dynamics are important on the tablet, but the design process itself must be heavily templated.  You got it: the tablet relies on good storytelling and magnificent photographic choices for its impact. Nothing new here as far as I am concerned.It will, however, required very sharp editors and photographers, something that is never in ample supply in many newsrooms."

22 de jun. de 2009

Ainda no espelho retrovisor

A Smashing Magazine replicou no Twitter comparação de design de página de jornalismo digital entre ontem e hoje. À exeção da divisão de espaços para anúncios e textos, o projeto ainda simula o papel, com hierarquia, cabeçalho e diagramação em colunas. Ou algo semelhante a um power point com mídia e links distribuídos. O esqueleto está em Imgur, rede de compartilhamento de imagens.

meu comentário: qual é a novidade? cadê a ruptura?

A pensar,

LM

9 de nov. de 2008

Voces desde el campo

Narrativa produzida por alunos da Faculdade de Navarra sobre o atentado do ETA, em 30 de outubro. Um modo de reunir informação de várias mídias em uma plataforma e de criar uma base de dados sobre terrorismo.

LM

5 de set. de 2008

No papel ou na web?

Tudo bem que os sites jornalísticos começaram a perceber o potencial das base de dados para produzir narrativas. Mas é preciso antes avaliar que o que pode ser aproveitado para virar um mapa móvel dos candidatos mais próximo das características da nova mídia. Nesse sentido, o especial da Folha Online das eleições municipais acerta na informação, mas erra na exibição.
A pensar,
LM

24 de ago. de 2008

De remediações e hipermídia 2

Reportagem multiforme do G1: o jornalismo digital é multimidiático ou hipermediático? Remediado já está mais do que certo que é: edição de matéria pinçada da tevê, texto e linha fina...

A pensar,

LM

De remediações e hipermídia

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Infográfico do G1 com os resultados do último Datafolha sobre a corrida à prefeitura de São Paulo, divulgado no sábado, 23 = Remediação e hipermídia...
LM

18 de ago. de 2008

Tribune contrata executivo de tevê

Deu no Estadão:

A empresa de comunicação Tribune Company, de Chicago, nomeou o ex-presidente-executivo do provedor de televisão por satélite DirectTV como publisher do "Los Angeles Times". Eddy Hartenstein tomará conta do maior jornal do grupo Tribune, como parte de uma nova estratégia de trazer talentos de outras indústrias para salvar o negócio.

Hartenstein vai substituir David Hiller, que renunciou ao cargo em julho.

O Los Angeles Times, assim como a maioria dos jornais americanos, tem se esforçado para sobreviver em um cenário de queda nas receitas com propaganda, conseqüência dos problemas enfrentados pela economia do país e também da migração de leitores para a internet.

A Tribune - que no começo da semana anunciou uma queda de 15% nas suas receitas com propaganda em jornais - trouxe executivos das áreas de rádio e televisão para dar uma sacudida na empresa e tirá-la de um estado que seu novo dono, Sam Zell, chama de "cultura da complacência".

íntegra

LM

Vida longa para o papel


Em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo, Rosental Calmon Alves, diretor do Knight Center for Journalism in the Americas, da Universidade do Texas, diz que os jornais impressos têm vida longa. Entretanto, avisa que mesmo em países onde as vendas estão subindo, os jornais terão de passar por mudanças radicais.

LM

9 de ago. de 2008

Infográfico des (animado)

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Gráfico do Washington Post, à exceção de algumas imagens dinâmicas, a imagem é uma remediação dos infográficos dos jornais impressos.
A pensar
LM

Pequim e as animações da AP


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Infográfico da Associated Press explica a poluição na China e o que o governo tem feito para minimizá-la.
LM

7 de ago. de 2008

Template para Olimpíadas 2008



UOL

Novo template para descatar a cobertura das Olimpíadas de Pequim do Times e do UOL...
A pensar,
LM

6 de ago. de 2008

27 de jul. de 2008

De remediações



Reportagem multimídia criada pelos alunos da Columbia University sobre birmaneses refugiados em NY.
LM

11 de jul. de 2008

Áudio na tela




Para pensar modelos...
Fonte: http://www.virb.com/httpwwwpaulorcbarroscom

LM

30 de jun. de 2008

De remediações sem rupturas

À excessão da enquete, que convida o usuário a participar, o restante do conteúdo lembra elementos do papel, com diagramação em colunas, na superfície da tela.
A pensar,
LM

15 de jun. de 2008

Os (bons) exemplos de Mario Garcia


In: Mario Garcia. Redesining print for the web. EUA: Hayden Books, 1997.
A pensar,
LM

3 de jun. de 2008

Atualizando conceitos 2

Em contraste com a narrativa moderna, em que ouvinte, leitor ou telespectador acompanham a narração (ouvindo, lendo, vendo) sem interferir na lógica interna das ações, motivada pela psicologia dos personagens – seja ficcionalou jornalística - o fluxo da narrativa no ciberespaço mais que incorporar depende da intervenção do tele-ator.

Na narrativa moderna, ouvir, ler e ver são ações desconectadas do fluxo da narrativa. Quando acessa um espaço navegávelde uma publicação jornalística no ciberespaço, por exemplo, um tele-ator,ao eleger como território de exploração um dos muitos módulos disponíveise optar por uma, entre as várias linearidades propostas, desenvolve uma açãoque interfere no curso da narrativa, que deixa de ser único como na narrativajornalística convencional.

O caráter interativo da narrativa no ciberespaço transforma os deslocamentos pelo espaço navegável como um instrumento central da observação,e xploração, narração e, em última instância, da composição da narrativa propriamente dita.

Como permanece atrelada às formas narrativas dos meios convencionais, a narrativa jornalística no ciberespaço pouco emprega o espaço navegável formatado sobre bancos de dados como interface padrão.

MACHADO, Elias. A Base de Dados como espaço de composição multimídia. In: Jornalismo Digital de Terceira Geração, Portugal, 2007. Disponível em: http://www.labcom.ubi.pt/livroslabcom/pdfs/barbosa_suzana_jornalismo_digital_terceira_geracao.pdf.

A pensar,

LM