23 de set. de 2010
22 de set. de 2010
11 de abr. de 2009
Sem redundância
Por outro lado, há um avanço brutal no uso de ícones e chamadas dos sites jornalísticos. As redundâncias desapareceram por completo. Isso mostra que está em processo de criação uma tipologia de edição jornalísitica em ambientes digitais e uma clara noção de que o usuário navega intuitivamente sem precisar de guias ou mapas.
A seguir, destaco exemplos recortados nesta sexta-feira, 10, das capas de G1, iG, Último Segundo, O Globo, Folha Online, Estadão e Terra.
Bravo!
O mesmo acontece na edição dos canais Podcast e Multimidia da Folha 
Terra
Terra
20 de mar. de 2009
"La forma depende de la función"
É o que nos ensina Alberto Cairo em seu blog:"En otras palabras: antes de comenzar a colocar datos en la página, pregúntate cuál es el objetivo del gráfico. Si es facilitar la comparación entre magnitudes, no uses un mapa, sino una gráfica de barras (o algún derivado); si la función es vincular fenómenos con las localizaciones geográficas en las que fueron registrados, utiliza un mapa temático. Simplemente respetando esta regla tan simple (pero tantas veces obviada en diarios y revistas) se avanza mucho en la calidad de la infografía."
A pensar,
LM
2 de fev. de 2009
Escape from...

"No matter how bad things got for Lex Salisbury, CEO of Tampa's Lowry Park Zoo, no matter how many officials called for his job, no matter how swiftly his zoological empire came undone, it is not fair to blame the monkeys."
LM
17 de jan. de 2009
Campus Party discute estética digital

A partir desta segunda-feira, 19, a turma da cibercultura ficará plugada no Campus Party, o maior evento de inovação tecnológica e entrenimento eletrônico de rede do mundo. A programação completa está em: http://www.campus-party.com.br/.
Sob o tema "A nova estética digital", a edição deste ano terá uma área dedicada a todas as atividades que envolvem o design, com participação dos mais importantes profissionais que atual em ambientes on-line do brasil e do mundo.
LM
6 de jan. de 2009
A nova home do UOL

28 de dez. de 2008
++ QR Code
Atualizado às 18h04No fim de semana, esta pesquisadora aprendeu com duas feras o que é o QR Code: Ana Carolina Casais (responsável pelo projeto no A Tarde On Line) e Mario Cavalcanti (Jornalistas da Web). O resultado é o seguinte:
Criado em 1994 pela empresa japonesa Denso-Wave, o QR Code (ou código de barras em 2D) começa a ser testado no Brasil em jornalismo, publicidade, blogs e redes sociais e já usado há algum tempo por BBC, Google, Claro e Volkswagem, entre outros.
A captura da informação (multimídia, links ou texto) é feita pela câmera fotográfica do celular e um software de leitura de QR (disponível para download em toda a rede). Mas há um porém: nem todos os aparelhos estão habilitados ao código. Cada um possui um mecanismo diferente de operação, como o iPhone (fotografa, depois escaneia) ou Nokia N95 (basta enquadrar o código e o conteúdo aparece).
O Code funciona como um atalho para acessar conteúdo via celular por link ou apenas texto. Cada matéria do jornal A TARDE carrega um QR diferente, uma espécie de "leia mais" já apontado à exaustão pela mídia a suas versões analógicas e digitais. A diferença é que o plus chega direto ao aparelho móvel, lido por uma câmera que envia o usuário à uma página na rede.
Para acesso via internet sem fio, o custo dependerá de cada provedor (se haverá áreas livres e fechadas). O sistema permite arquivar multimídia e ampliar a proposta de integração de mídias, uma vez que o código não substitui a mídia, mas tem a função de complementá-la.
Ou seja, exibe sistemas que o impresso não é capaz, como áudio, vídeo, gráficos interativos, galeria de fotos. Quem lê notícias sobre os 50 anos da Revolução Cubana, por exemplo, receber em seu celular multimídia e links sobre o tema.
É possível também , por exemplo, transformar em código de barras bidimensional todo o conteúdo de um jornal e ainda incluir esse plus. O problema é o de sempre: como tornar a navegação fácil e a interface atraente.
meu comentário: é preciso que o QR Code não se transforme em mais uma onda de formatos disponíveis para integrar conteúdo. Senão corre-se o risco de reduzir sua capacidade em um "saiba mais". Por isso, é urgente explorar e testar (a partir de agora) todas as possibilidades de exibição em interfaces móveis.
A pensar,
LM
26 de dez. de 2008
Enciclopédia em 3D
Um dos caminhos para encontrar um formato de narrativa no ciberespaço é estudar os trabalhos do Spatial Robots, site dedicado a catalogar, discutir e promover sitemas interativos espaciais e tudo o que há de novo em tecnologia para criar arquiteturas digitais. Vale a pena experimentar. O vídeo acima apresenta uma proposta de enciclopédia em 3D.
Enjoy it
LM
15 de dez. de 2008
Doodle Buzz
DoodleBuzz - work in progress from Brendan Dawes on Vimeo.
Abaixo, exemplos de visualização em base de dados noticiosas de News Visual, Muckety, SiloBreaker, Libero, TextMap e CNET News Ontology.
SiloBreakerTextMap
News Visual
1 de dez. de 2008
Help me redesign the web
O título é do artigo do designer Roger Black. Na Technology Review, Black, que dispensa apresentações, afirma que os desiners de web precisam liberar a criatividade e parar de projetar web sites pensando exclusivamente a partir da lógica do impresso e tendo o browser como limitador. Para ele, as páginas on-line serão mais atrativas que as do impresso, e muito mais interativas. O guru diz ainda que acabou fase do web design de reproduzir modelos do analógico. Íntegra (acesso grátis por cadastro).
O texto é de 2007, mas a discussão está na ordem do dia. Pelo menos neste blog.
A pensar
LM
23 de nov. de 2008
Base de dados, o commodity da vez
A pensar,
LM
14 de nov. de 2008
More than...
"Information visualization is becoming more than a set of tools and technologies and techniques to understand large data sets. It is emerging as a medium in its own right, with a wide range of expressive potential". Eric Rodenbeck, da Stamen Design.
Íntegra
LM
8 de nov. de 2008
De olho no II ABCiber
Quem se interessa em composição da página dos jornais digitais (ou design informacional ou arquitetura da informação, como roteiro de narrativas), pode assistir à apresentação do meu o artigo Em busca de um modelo de composição para os jornais digitais, na próxima terça-feira, 11, na PUC/SP.
O texto faz parte do painel temático Estética, interface e arquiteturas da informação, composto por mais dois outros trabalhos sobre o tema:
1. Comunicação e interface: da necessidade da estética (pdf disponível, clique aqui) Joana Magalhães Franco (Mestranda em Comunicação e Sociedade na FACOM/UFJF)
2. Arquiteturas líquidas do ciberespaço (pdf disponível, clique aqui) Daniel Melo Ribeiro (Mestrando em Tecnologias da Inteligência e Design Digital na PUC-SP)
Tudo sobre o simpósio,
LM
31 de out. de 2008
Los Angeles Times, digital


2000
*Hierarchy of images (yellow), advertising (orange) and editorial content (blue). The small black arrows are links to related content elsewhere within the paper.
De novo, do blog serial consign"The Times web presence over the ten-year study period is marked by several radical reconfigurations. The paper quickly shifts from an "online placeholder" in 1996, to struggling to develop the front page as a portal through 2002, to the recent reduction of amount of information on the initial page and related integration of advertising and editorial content. It should be noted that Google introduced its contextual advertising model in 2003. "
LM
18 de out. de 2008
Aperte "Play"
Entrada do webdocumentário Nação Palmares, vencedor do Prêmio Vladimir Herzog. De cara, a chamada orienta o usuário a apertar o botão play. Viva a redundância!Mais adiante, a hipermídia lembra, com menos requinte, o formato da revista Neo, um dos primeiros modelos de produção digital pensado para CD-ROM.
A Neo surgiu em 1994 sob o comando do jornalista Silvio Giannini, e não atravessou os anos 2000. Mas sem dúvida, representou o que de melhor se fez até agora ao misturar áudio, vídeo e texto no Brasil.
A pensar,
LM
27 de set. de 2008
1 de set. de 2008
Open source em pauta








Folha Online












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