Mostrando postagens com marcador redundância. Mostrar todas as postagens
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29 de ago. de 2009

navegação overload

É preciso o dedo indicador (duplo) para que o leitor entenda que trata-se de fotos randômicas? Não há uma solução menos redundante para navegar entre as imagens?

A pensar,

LM

17 de ago. de 2009

Redundância para informar

Muito bom o quadro com explicação sobre cada ícone do site da Jovem Pan. É o tipo de repetição que faz todo o sentido, e é necessária. Diferente daqueles dedos indicadores que pululam na tela, incomodam e desinformam.

A pensar,

LM

18 de jul. de 2009

Ainda?

Depois de tanto espernear sobre redundância nas edições on-line ainda tem jornal, como o Guardian, que insiste em apontar o dedo indicador a seus leitores. Será que alguém é incapaz de perceber que o ícone que está há anos no botão do controle remoto significa play? Tem de legendar?

Vale a pena reproduzir o que tenta ensinar Giselle Beiguelman sobre os erros terminógicos que alguns jornalistas insistem em ignorar:

Talvez a metáfora do site para designar a situação de não-localidade que estrutura o ciberespaço, esteja na raiz desse fenômeno de equívocos terminológicos que não são inconvenientes por serem errôneos, mas por mascararem a situação inédita de uma espacialidade independente da localização em um espaço tridimensional”
(O livro depois do livro 2003, p. 11-12).

A pensar (e muito),

LM

14 de mai. de 2009

Get E-Mail Alerts

Então, tá. Todo conteúdo relacionado a texto do NY Times virá com esse plus Get E-Mail Alerts? Não dá para resolver o design na programação? Precisa mesmo repetir? 

A pensar,

LM

29 de abr. de 2009

See aqui, see ali, see acolá





Tudo bem que pode-se dizer que ainda é cedo para mudar uma cultura pautada na hierarquia mudar a forma de exibição de conteúdo na rede em formatos que provoquem agenciamento e não demanda de informação. Também dá para entender que o NY Times saiu na frente quando contratou um editor só para taggear seus textos e o colocou no mesmo nível do mancheteiro do jornal. Isso sem contar as experiências exaustivas de uso de redes sociais nas coberturas misturadas a depoimentos do cotidiano alheio. 

Mas o que não tem perdão a essa altura do jogo é ainda ter em conta que o sujeito precisa de setas e de indicações textuais para entender que há mais texto, mais foto, mais, mais, mais, mais a exemplo do site da revista de celebridades People.   O mundo mudou e os projetistas de rádio, tevê e jornais impressos não enchem os olhos do ouvinte, espectador e leitor com guias para ligar o dispositivo, mudar de estação ou de canal e explicações do tipo: vire a página ou vá até a página tal para ver todas as fotos publicadas evento xis. 

Será que é tão difícil orientar um sujeito sobre as práticas de navegação da cultura de rede? 

A pensar, 

LM

11 de abr. de 2009

Sem redundância

Não é sem razão que este blog repete à exaustão exemplos de edição baseada na redundância de textos e ícones para fazer o leitor entender como navegar. Em algumas situações é coerente repetir para marcar a informação. Mas no caso do design de web não dá para entender qual é a justificativa de usar setas para frente e para trás ou números para explicar que as fotos são randômicas e obedecem uma ordem de publicação.

Por outro lado, há um avanço brutal no uso de ícones e chamadas dos sites jornalísticos. As redundâncias desapareceram por completo. Isso mostra que está em processo de criação uma tipologia de edição jornalísitica em ambientes digitais e uma clara noção de que o usuário navega intuitivamente sem precisar de guias ou mapas.

A seguir, destaco exemplos recortados nesta sexta-feira, 10, das capas de G1, iG, Último Segundo, O Globo, Folha Online, Estadão e Terra.

Bravo!


Folha Online: ícone mostra que trata-se de um vídeo. Não é preciso mais

O mesmo acontece na edição dos canais Podcast e Multimidia da Folha


O Terra eliminou completamente as repetições que marcavam sua homepage

Terra

Terra



Home do Último Segundo: ícone chama para a galeria de fotos


Organização da capa do G1


No estadao.com, os ícones marcam bem os elementos apresentados

Apesar disso, ainda há ajustes a serem feitos, como nos sites de O Globo e G1: pecam pelo excesso de ícones na capa, além do inabalável "clique aqui"

e pela redundância

O Globo

Já o uso de setas e números na edição de fotos randômicas virou padrão


Folha Online
Terra
iG
iG

G1
G1
A pensar,
LM

14 de mar. de 2009

Quem precisa de legenda para navegar?

Já foi destaque neste blog a edição de fotos randômicas na home da Economist. Agora, chamou a atenção a navegação por setas na seção de colunas da revista. Basta clicar com o mouse para a lista aumentar ou diminuir:

Começou bem. Mas, um scroll a mais e lá vem a velha chamada "click to play" + botão de play. Quem precisa de legenda para assistir ou ouvir algo? Ou melhor, navegar entre setas é de entendimento de todos. Já para vídeo ou áudio...

A pensar,

LM

3 de mar. de 2009

Contra a redundância

Destaque do Terra na cobertura da Cebit 2009 para informar o lançamento do Touchmaster, da empresa alemã ART+COM: sobram palavras, falta edição.

A pensar, e muito,

LM

25 de fev. de 2009

photo, photo, photo

Então, a redundância extrema será um dos critérios de composição de páginas na web?

Uau!

A pensar,

LM

24 de fev. de 2009

play, play, play...


Página de vídeo da CBS News.

meu comentário: sem comentários.

LM


19 de fev. de 2009

Um estudo para palavras x coisas


Há ícone que prescinde palavras? Ou deve ser legendado? A pré-história usava imagens para representar o mundo. Após a Revolução Industrial, o texto passou a traduzí-lo, como ensinou Flusser em O Mundo Codificado (2005). Hoje, bem... a imagem de tevê ou câmera de vídeo (o que for) precisa de explicação do tipo: "clique para assistir".

A pensar


LM

18 de fev. de 2009

Mais do mesmo



Muda o formato, mas o conteúdo permanece o mesmo... Na pré-história, as imagens eram usadas para representar o mundo, na pós-história ou modernidade, como diz Flusser (2007), as pessoas passam a ser programadas por textos. E a redundância na matéria especial do Último Segundo, para explicar óbvio, caracteriza-se de que maneira?

A pensar,
LM


15 de fev. de 2009

Muda a forma, mas o conteúdo...


O título deste post é uma paráfrase de Jay David Bolter em sua apresentação no II Cicom, em Pamplona, Espanha, realizado na última semana. Bolter disse "Ha habido innovación en la forma, pero no en el contenido" para comentar o site da campanha de Barack Obama, que virou exemplo de uso inteligente de redes sociais para reunir eleitores.

A frase, porém, pode ser aplicada a vários projetos, e o infográfico do portal G1, da Globo, é um deles. De novo, o imperativo "clique aqui" para convidar o leitor a entender como procurar emprego.

A pensar,

LM

11 de fev. de 2009

BBC Brasil repaginado

BBC tem nova roupagem e velhas propostas de edição. Explico:

Escreveu Flusser em O Mundo Codificado (2007, p. 129):

"(...) O fato de a humanidade ser programada por superfícies (imagens) pode ser considerado , no entanto, não como uma novidade revolucionária. Pelo contrário: parece tratar-se de uma volta ao estado normal. Antes da invenção da escrita, as imagens eram meios decisivos de comunicação. Como os códigos em geral são efêmeros (como, por exemplo, a língua falada, os gestos, os cantos), somos levados a decifrar sobretudo o significado das imagens, nas quais o homem, de Lacaux às plaquetas nesopotâmicas, inscrevia suas ações e seus infortúnios. E, mesmo depois da invenção da escrita, os códigos de superfície, como afrescos e mosaicos, tapetes e vitrais de igrejas, continuavam desempenhando um papel importante. Somente após a invenção da imprensa é que o alfabeto começou efetivamente a se impor. Por isso, a Idade Média (e inclusive a Renascença) nos parece tão colorida se comparada à Idade Moderna. Nesse sentido, nossa situação pode ser interpretada como um retorno à Idade Média, ou seja, como uma volta avant la lettre."

meu comentário: Se as imagens representam um modo de ver e se comunicar com o mundo na pré-história e o alfabeto e o surgimento da imprensa significam o pós-histórico, o que dá para dizer sobre a redundância que explica ícones? É verdade que as pessoas e a sociedade são programadas por códigos, mas o que está em jogo é saber que programação é essa que faz algumas edições na rede, como essa do novo design da BBC, apontar o dedo indicador aos usuários. Porque só nessa chamada há imperativo e excesso de repetição para explicar que trata-se de um vídeo.

A pensar,

LM

14 de jan. de 2009

As palavras e as coisas no El Mundo

Bem, não dá pra ter tudo mesmo. Essa é uma das primeiras lições que jornalistas aprendemos quando passamos à Academia. A segunda, é preciso entender as práticas nas redações digitais para depois criticar (construtivamente, claro).

Assim, começa uma percepção (mais sitematizada) do novo redesenho do El Mundo. Elogiado diversas vezes desde que foi ao ar no último domingo com agressiva campanha de marketing voltada para as multiplataformas de distribuição, parte-se agora um olhar mais atento.

Vamos lá:


Os botões para avançar as fotos dinâmicas na capa. Um dos raros exemplos em que o ícone não precisa de legendas. Quem não sabe que o sinal de + significa mais? Outro botão interessante é o que avisa em qual foto o usuário está. Afinal usuários não precisamos de números (1,2,3,4,5) para acompanhar imagens nos portais.


Cheguei a postar no domingo, quando foi anunciado o El Mundo repaginado que usuários estávamos livres do click to play. Não foi bem assim. Há vídeos no jornal espanhol que ainda nos pedem para clicar no botão play. Não precisa, sabemos que o ícone significa play. Tem no controle remoto.


Excelente resolução para os serviços interativos e, sobretudo, os de share. Mas ainda me pergunto qual o critério de seleção desses botões? Popularidade? Qualidade? Tecnologia?

Precisa repetir à exaustão a palavra Titulares? Não há outra maneira de destacar essas secciones?

A pensar,

LM

11 de jan. de 2009

Making of de um redesenho


Bom começo: o botão de play é um botão de play, sem chamadas como "clique para assistir ao vídeo". Só essa entrada já vale a mudança do El Mundo. Isso significa que usuários não seremos mais tratados como ignorantes tecnológicos. Alguém deve ter lembrado do controle remoto! Gracias!

A pensar,

LM

6 de jan. de 2009

Menos é mais

Tudo bem que o negócio da Globo seja a tevê, mas dá para editar a capa sem repetir à exaustão "vídeo". A palavra aparece no menu horizontal, no chapéu da chamada principal da mídia, na seção e, para reforçar, na URL que leva ao canal. Ponto negativo para o G1 nesse quesito.

O ponto positivo vai para o botão play na tela em flash. Os leitores de jornalismo digital, agradecemos.

A pensar,

LM