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7 de jan. de 2011

Caiu na rede? É peixe



Do blog do Maurício Stycer, no UOL:

"Se a décima edição do “BBB” foi marcada pelo investimento da Globo em recursos de interação – em seu site, no Twitter e outras redes sociais –, a décima-primeira dá sinais de que a carroça já anda na frente dos bois.

Com a ajuda da internet, o público que acompanha o programa provocou, por assim dizer, a “estreia” do “BBB11” uma semana antes da data oficial, além de ter causado alterações nos planos do diretor Boninho.


A primeira mudança deu-se ainda em novembro de 2010. No dia 24, Boninho anunciou aos leitores, no Twitter, duas novidades. Primeiro: “vai valer tudo, até porrada”. Segundo: “chega de bebida de criança”.


A repercussão nas redes sociais foi imensa, alcançando, naturalmente, antigos patrocinadores e eventuais novos clientes do programa. Logo no dia seguinte, o diretor culpava um jornalista pelo que todo mundo leu em seu perfil no Twitter: “Meu amigo @DanielKastro deu a entender que o BBB11 vai ser um ringue de porrada. Nada disso, editorialmente será só diversão. Sempre!”


A pressão dos patrocinadores ficou explícita no comentário seguinte que Boninho fez na rede social: “Além disso toda exibição do BBB11 será adequada para todos os públicos, de acordo com a classificação indicativa, 12 anos.”

No cronograma da Globo, os selecionados para a décima-primeira edição seriam divulgados na quinta-feira, 6 de janeiro. 


Na terça-feira, 4, o próprio Boninho avisou a seus seguidores no Twitter: “Ainda falta escolher seis participantes, que serão decididos apenas na quinta”.


O comentário foi feito no esforço de desmentir as inúmeras listas com nomes de participantes escolhidos que já circulavam na internet. Houve gente que, por simples desejo de promoção, simulou ter sido selecionada para o “BBB11”. 


Com base no Twitter, um site de celebridades da própria Globo chegou a noticiar que duas pessoas (uma fake, aparentemente) informavam que haviam sido selecionadas para o programa.


Na quarta-feira, 5, 24 horas antes do previsto, Boninho voltou ao Twitter e avisou: “Antecipamos. Em 10 minutos na globo.com/bbb os 17 confinados serão revelados.”


Divulgada a relação, mais uma vez o público mostrou a sua força e ajudou jornalistas a caçarem informações sobre os selecionados. Em pouco tempo, surgiram fotos eróticas de uma candidata quando divulgava seus mais notáveis atributos físicos como travesti na Europa. E fotos de uma outra candidata, sugerindo se tratar, igualmente, de uma garota que conquista amigos mostrando fotos suas em diferentes posições pelada na internet.


A Globo agiu com rapidez no primeiro caso. Na quinta-feira, 5, afastou a suspeita (e possivelmente acalmou seus patrocinadores) de que um travesti que oferecia o corpo na Espanha havia sido selecionado. Na verdade, Ariadna Thalia é hoje um transexual, que fez operação para mudança de sexo, alterou todos seus documentos e é, juridicamente, considerada mulher, como Roberta Close, por exemplo.


Até terça-feira, dia da estreia oficial, é possível esperar mais novidades."



15 de jun. de 2010

Só dá Brasil nas redes sociais

    Do IGD Now:

É o que revela levantamento da Nielsen, que comparou dados globais de abril de 2010; no uso do Facebook, contudo, Pais aparece em 9.ºlugar.

Os internautas do Brasil são os que mais visitaram redes sociais em abril de 2010 na comparação com outros países, de acordo com um estudo divulgado nesta terça-feira (15/6) pela empresa de pesquisas de mercado Nielsen, em seu blog.

Segundo o levantamento, 86% dos usuários ativos de Internet no País acessaram redes sociais. Em segundo lugar no ranking da Nielsen está a Itália (78%) e em terceiro, a Espanha (77%). Japão (75%), Estados Unidos (74%), Inglaterra (74%), França (73%), Austrália (72%), Alemanha (63%) e Suíça (59%) completam a lista.

Em tempo de visitação, no entanto, quem lidera (entre os dez primeiros) é a Austrália, com 7h19min de conexão por mês - no Brasil, esse tempo foi estimado em 5h03min.


Fenômeno Orkut
A Nielsen atribui o sucesso das redes sociais no Brasil ao "fenômeno Orkut", rede social da Google que estreou por aqui em 2004. "Em setembro de 2005, metade da população da Internet brasileira já tinha visitado o Orkut", relembra.

O estudo também levantou o uso global do Facebook em abril. Nesse aspecto, a Itália aparece em primeiro, com 66% de seus usuários ativos presentes na rede social. Austrália (63%) e Estados Unidos (62%) surgem em seguida no ranking, que traz o Brasil em 9.º lugar. No País, a Nielsen afirma que 26% dos internautas visitam o Facebook.

Os números do relatório comprovam a força global das mídias sociais. No mundo, três das maiores marcas online - Facebook, YouTube e Wikipedia - são relacionadas a mídias sociais.

Três quartos dos consumidores em todo o mundo visitam redes sociais ou blogs. O número de visitas a esses sites aumentou 24% em comparação com o ano passado, e o visitante médio gasta 66% mais tempo nesses sites do que há um ano.

O ranking de destinos online mais populares é liderado pelo Google: 82% dos internautas visitam o buscador. Em seguida vêm o MSN/Windows Live/Bing (62%), Facebook (54%), Yahoo! (53%), Microsoft (48%) e YouTube (47%).

31 de mai. de 2010

O poder das redes sociais

Da Revista Época:
Um bilhão de pessoas se encontram, trabalham, amam e brigam em sites como Orkut, Facebook e Twitter. Que oportunidades eles nos oferecem? E quanto expõem nossas vidas?

9 de abr. de 2010

Para o bookmark


A Escola de Redes tem generosidade de compartilhar 108 textos sobre redes sociais para download, que integraram o seminário Sociedade em Rede e Educação: 

28 de mar. de 2010

Campanha 2010: a importância do conteúdo



Ao contrário do que dizem os curandeiros internáuticos, conteúdo é o combustível das redes sociais. Para se ter uma idéia da importância de circular informação para "fazer rede", basta ler na Folha de S.Paulo (ver reprodução acima) deste domingo, 28, como será a estratégia das campanhas à presidência da República de Dilma Rousseff e José Serra.


Alguém ainda duvida? 

21 de dez. de 2009

notícias com redes sociais



Muito interessante o desenho da página do eBand, portal de notícias da TV Bandeirantes. Ainda que a lógica seja a da página diagramada em colunas, a noção de fazer rede, de integrar plataforma é brilhante.

21 de nov. de 2009

Por uma revisão no vocabulário da mídia digital



Tudo bem que as críticas sobre falta de vocabulário de mídia digital intrigam os defensores da reprodução de metáfora analógicas, mas precisa ultrapassar os limites do absurdo e titular um paper com a afirmação de que há sites de redes sociais


Como assim? Site de rede social? Site = lugar, a web é um não lugar, o que talvez explique a lógica de fazer rede e não ter um portal de redes sociais ou site de redes sociais?


É mais do que urgente repensar as nomenclaturas no ambiente digital. Porque ainda que há quem tenha interesse comercial em dizer que nada mudou, mas tudo mudou quando o assunto é world wide web.


A pensar,

30 de out. de 2009

A vez das redes sociais

Quando o governo federal anunciou, em julho passado, o Fórum da Cultura Digital, esta jornalista apostou que a noção de portal seria substituída pela de redes sociais. A lógica é fazer rede e não estar em rede, e a pesquisa divulgada pelo Pew Internet comprova a tese.