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4 de jan. de 2011

Share bem pensado





Da folhadotcom, excelente menu de compartilhamento. Escolha feita a dedo, criteriosa.









29 de ago. de 2009

navegação overload

É preciso o dedo indicador (duplo) para que o leitor entenda que trata-se de fotos randômicas? Não há uma solução menos redundante para navegar entre as imagens?

A pensar,

LM

25 de ago. de 2009

Colunas (ainda) na pauta do design


Por que gastar tempo em sugerir 25 formatos de blogs de três colunas se é possível repensar a formatação da web por meio de tags e base de dados? De novo, a reprodução das metáforas analógicas... Até quando?

A quebrar a cabeça, e muito!

LM

17 de ago. de 2009

Redundância para informar

Muito bom o quadro com explicação sobre cada ícone do site da Jovem Pan. É o tipo de repetição que faz todo o sentido, e é necessária. Diferente daqueles dedos indicadores que pululam na tela, incomodam e desinformam.

A pensar,

LM

25 de jul. de 2009

"Think text first"

A dica é do papa Mario García:

TAKEAWAY: "Typographically speaking, nothing is more important than text, which constitutes about 75% of what one will see in a contemporary newspaper or magazine. Legibility is key here, especially when catering to audiences which may include older readers. Our Pure Design installment today tells you how to make good text type choices. " +

LM

14 de mai. de 2009

Get E-Mail Alerts

Então, tá. Todo conteúdo relacionado a texto do NY Times virá com esse plus Get E-Mail Alerts? Não dá para resolver o design na programação? Precisa mesmo repetir? 

A pensar,

LM

9 de mai. de 2009

De novo, NY Times sai na frente

Quase sempre a melhor posição é liderar experiências com novas tendências, e a turma que comanda o NY Times entende bem disso.

Depois de anunciar um editor de tags com a mesma importância que um editor de primeira página, criar comunidade de leitores em seu próprio terreno para entender o que eles querem, agora o jornalão digital americano quer saber há outras formas de obter informações além de sua URL (http://www.nytimes.com/).

Claro que há, e eles bem sabem que as redes sociais estão aí para mostrar isso.


Está no site do Times uma pesquisa para levantar dados sobre tempo de acesso, formas de acesso e quanto vale a informação que sai da redação de um dos mais influentes jornais do mundo. O publisher quer saber quanto seu leitor pagaria pelo conteúdo produzido por sua equipe de jornalistas e no caso de oferecer informação grátis, a credibilidade do jornal seria abalada?


meu comentário: os donos do Times começaram a pensar em como exibir notícias em uma era pautada pelo agenciamento e pela navegação baseada em tags. Como? Basta observar o fluxo de informações que circulam pelas redes sociais e o modo pelo qual são distribuídas e, algumas vezes, recriadas. De novo, o NY Times sai na frente. Quem vai ficar atrás?

A pensar,

LM

6 de mai. de 2009

Is Twitter killing RSS readers?


A pergunta vem do guardian.co.uk

"Is Twitter killing RSS readers? It has been observed for a while now by heavy users of Twitter clients that their reliance on RSS readers as a source of news is being replaced by contextualised, prioritised news picked out by the contacts they follow on Twitter, as well as straightforward RSS feeds distributed through Twitter."

A pensar,

LM

29 de abr. de 2009

See aqui, see ali, see acolá





Tudo bem que pode-se dizer que ainda é cedo para mudar uma cultura pautada na hierarquia mudar a forma de exibição de conteúdo na rede em formatos que provoquem agenciamento e não demanda de informação. Também dá para entender que o NY Times saiu na frente quando contratou um editor só para taggear seus textos e o colocou no mesmo nível do mancheteiro do jornal. Isso sem contar as experiências exaustivas de uso de redes sociais nas coberturas misturadas a depoimentos do cotidiano alheio. 

Mas o que não tem perdão a essa altura do jogo é ainda ter em conta que o sujeito precisa de setas e de indicações textuais para entender que há mais texto, mais foto, mais, mais, mais, mais a exemplo do site da revista de celebridades People.   O mundo mudou e os projetistas de rádio, tevê e jornais impressos não enchem os olhos do ouvinte, espectador e leitor com guias para ligar o dispositivo, mudar de estação ou de canal e explicações do tipo: vire a página ou vá até a página tal para ver todas as fotos publicadas evento xis. 

Será que é tão difícil orientar um sujeito sobre as práticas de navegação da cultura de rede? 

A pensar, 

LM

Slideshow para inspirar

Muito bom o detalhe do slideshow do NY Times sobre patrulha de soldados americanos por causa de emboscada no Afeganistão

A pensar,

LM

11 de mar. de 2009

Para pensar a infografia


What do you think about the above graphic? Good, bad? Effective, or not? Sexy, not sexy? Discuss amongst yourselves.

Do FlowingData

3 de mar. de 2009

Quase tudo vira base de dados visual

Dynamic visualizations of processes are not only created for differents forms of data: they can also chart our own interactions, interventions, and communication as a community (Christiane Paul, Digital Art, 2008, p. 189). A exemplo da tela acima, Conversation Map (2001), de Warren Sack.

Map é um browser que analisa conteúdo trocado em conversas ou trocas de e-mails e o transforma em uma interface gráfica que permite aos usuários ver diferentes relações sociais e semânticas.

A pensar,

LM

26 de dez. de 2008

Data visualization projects top five

O FlowingData escolheu as cinco melhores peças de visualização de dados de 2008 com base em interatividade, narrativa e uso de dados visuais. O resultado é uma coleção interessante e criativa e que abre um espaço na produção digital para esse tipo de conteúdo, que passa a integrar a pauta do dia.

5 - Decision Tree: The Obama-Clinton Divide




4 - Radiohead "House of Cards" Music Video

3 - Last.fm and Movie Box Office Streamgraphs


2 - I Want You to Want Me




1 - Britain From Above









23 de dez. de 2008

Quanto mais redundância...




As tiras recortadas fazem parte da coluna de fotos do estadao.com, no canal Cidades. É preciso mesmo empilhar notícias, imagens e tudo o mais que o browser permite em uma capa? Ou a redundância virou a palavra-chave do jornalismo digital? Não custa lembrar que menos é mais (sempre)

A pensar,
LM

15 de dez. de 2008

Doodle Buzz

Tudo bem que a base do design do jornal digital seja pautada pela simulação do impresso, com diagramação em colunas e hierarquia, mas será que a proposta do Doodle Buzz não é "too much"?


DoodleBuzz - work in progress from Brendan Dawes on Vimeo.

Abaixo, exemplos de visualização em base de dados noticiosas de News Visual, Muckety, SiloBreaker, Libero, TextMap e CNET News Ontology.


SiloBreaker

TextMap

News Visual

CNET News Ontology

Muckety
Libero

A pensar,
LM


13 de dez. de 2008

Em defesa do Flash

Em seu blog-aula, Mindy McAdams pega carona nas dicas de melhor produção multimídia - que circularam em vários posts na última semana - para defender o uso do flash na produção diária de notícias. Tal como são planejadas as peças de composição do jornal como infográfico, quadros e mapas, por exemplo, a pesquisadora americana argumenta que o uso de material visual interativo é uma das particularidades do ciberespaço e deveria ser uma constante e não um trabalho esporádico, complexo, que geralmente leva horas para ser concluído.

McAdams critica a remediação aplicada a diversos pacotes em flash, que restringem-se a reunir vídeo, áudio e gráficos característicos da mídia analógica, como os exemplos abaixo:

Silent Shame — Wisconsin State Journal
The Girl in the Window — St. Petersburg (Fla.) Times
Touching Evil — Pittsburgh (Pa.) Post-Gazette

Trata-se de interfaces estáticas, empacotadas com flash. A professora de jornalismo digital ensina, porém, que é possível criar peças interessantes, dinâmicas e interativas com o programa da Adobe. Sobretudo, a partir de bases de dados complexas, e o NY Times é um dos grandes jornais a apostar nesse tipo de conteúdo.

Can a President Tame the Business Cycle?
Exit Polls - Election Results 2008
The Ebb and Flow of Movies: Box Office Receipts 1986 — 2008

Anothers:
Architectural Monuments in a Reshaped Beijing (New York Times)
How Much Is $700 Billion? (USA Today)
University of Texas Supercomputer (Austin American-Statesman)

Peegunta McAdams: "What criteria should you use?

The first priority is to look at either long shelf life or immediate impact (likely high traffic) — and weigh it against time needed to produce the project. I heard a lot of examples of this kind of thinking from two Chicago Tribune designers last summer. If your Flash producer is doing Flash work day in and day out, she can reasonably estimate how long the work will take. She can even offer options — this much will take three hours, but if you want to also add x, then that will take a day and a half.

Another consideration is coordination with print and other products. If graphics are being produced for print or television, then why isn’t that production optimized for the Web site? Does your Web site lack graphics, maps, etc., because your emphasis for graphics is on the daily print product? It’s past time to refocus and make sure that ALL graphics are Web-ready and Web-optimized.

None of this will be worth anything if you fail to play up the Flash work on the Web site. A lot of newsrooms say no one looks at their graphics, games, interactives, or Flash packages. They say the traffic numbers are low. This might be because the projects were displayed on the home page of the site for, say, two hours — and then buried forever where no one would ever see them. How do you think visitors to your site find stuff? Would you like to get 1 million pageviews for a Flash package in two months? It’s possible — but you have to promo it, play it up, and not bury it.

Keep in mind that Flash is not used only for big honkin’ packages that take months to produce. As I noted yesterday, Flash is ideal for animated data visualizations, interactive maps and diagrams, and other one-off information graphics — many of which can be produced in several hours (if your Flash person’s skills are not rusty).

If you focus on producing Flash graphics that will have relevance to your market, your audience — local, important, high-profile or need-to-know — you could be driving more traffic to your Web site. My favorite example remains the Dallas stadium graphic from two years ago — 42,000 hits in 24 hours. Why? Because it gave Dallas Cowboys fans a first look at plans for a new stadium, with lots of details in a compact, easy-to-use visual package."

Íntegra

A pensar,

LM

10 de dez. de 2008

Quase lá

Dois exemplos pinçados da Folha Online sobre uso inteligente de ícones para ilustrar hipermídia que valem a pena ser utilizados. Ganha o usuário, pois usa o crivo de leitura do mundo real no ciberespaço. Ganhamos também, pesquisadores, por verificar que estamos no caminho do trabalho aplicado ao mercado jornalístico. Obviamente porque fazer parte desse share faz toda a diferença ao levar discussões desse tipo para a academia.

Mas há um porém (como em quase tudo): a idéia de crivo pode ser aplicada também a edições de imagens randômicas, como essa ainda na Folha Online, e o design informacional resolve isso. Muito bem. Vale a pena experimentar.


E também eliminar redundâncias: ícone + vídeo + veja. Um botão play poderia resolver essa questão. Ou não? De novo, é a vez do design informacional pensar em uma saída razoável.

A pensar,

LM

28 de nov. de 2008

Ops...

O editor da home do Estadão esqueceu de escrever o chapéu na chamada do helicóptero que resgatou as vítimas do acidente em Minas Gerais entre um caminhão e um carro de passeio.

LM

24 de nov. de 2008

Click here to watch


Muito interessante a ilustração-animada-que-virou-curta do designer Patrick Moberg sobre como governar pessoas. Pena a abertura ser um convite ao "clique aqui para assistir". Moberg deveria fazer algo para levar o usuário a clicar e não pôr um dedo indicador na tela.


A pensar,

LM