8 de dez. de 2008
Busca no You Tube fora do You Tube
O You Tube incluiu uma janela de busca no player dos vídeos postados em suas páginas. O que permite fazer pesquisas de vídeos sem ter de ir ao You Tube. Basta passar o mouse na tela - A box search não abre quando a tecla play está acionada.
Vale a pena experimentar. O exemplo acima é uma das obras de arte interativas exibidas na edição de 2008 do Nokia Trends, realizada em São Paulo.
A pensar,
LM
Dublê de corpo

A pensar, e muito
LM
7 de dez. de 2008
Cadê a novidade?
O NY Times começou a agregar conteúdo de outras fontes em seu portal. Basta um clique para personalizar: o usuário pode escolher entre uma home montada a partir da edição do jornalão americano ou uma com notícias linkadas de blogs e outros sites noticiosos.
meu comentário: a novidade anunciada é mais do mesmo. Nos anos 2000, o iG e o Último Segundo surgiram sob essa proposta (MOHERDAUI: 2007, p.10): conteúdo próprio + agência noticiosa (inclui BBC e NY Times, além de Reuters, AP e AFP, por exemplo). O formato foi copiado por dezenas de portais brasileiros. Fora do Brasil, o El País já usara fontes externas para relacionar conteúdo bem antes do Times.
capa do iG, maio de 2000 A pensar,
LM
6 de dez. de 2008
O lugar dos anúncios
arance and usability of the website, the designer must take advertising needs into consideration throughout the design process." meu comentário: a esse raciocínio deve-se incluir a desconstrução do formato atual das páginas - pautadas pela simulação do papel, diagramação em colunas e hierarquia -, e a reconfiguração do design proposto atualmente.
A pensar,That could be curation 2
Ainda sobre a discussão em torno do curador-jornalista:
Como tudo (ou quase tudo, para não abusar da hipérbole) que circula de novidade (ou do que se chama novidade) na web entra em teste (claro, a web ainda não saiu da fase da experimentação, mesmo que esteja presa à estruturação do papel), a idéia do curador-jornalista deve ser analisada sob outros pontos que se tornaram marca no JOL.
1) atualização em tempo (quase) real
2) cobertura ao vivo
3) formatos de narrativas (pacotes multimídias, por ex.)
4) participação
Isso completa a reflexão feita em abril passado neste blog sobre desconstruir processos produtivos no jornalismo digital. Se a palavra-chave obrigatória for planejamento, será preciso mais que um bom budget a uma equipe.
A pensar,
LM
5 de dez. de 2008
That could be curation
Quando Jarvis diz que o papel do jornalista é classificar, escolher e exibir significa realizar (em tese) as mesmas funções dadas ao profissional de imprensa. Entretanto, o que o professor da Universidade de NY acrescenta é que esse curador-jornalista deveria ter amplo conhecimento sobre o tema que irá publicar na rede.
Ou seja, ser um expert em sua área de cobertura, o que, de fato, não caracteriza a maioria dos produtores de conteúdo on-line - dada a uma série de questões, sobretudo econômicas, culturais e políticas.
Mindy McAdams completa esse raciocínio com a seguinte pergunta: "Pense em qualquer uma das exposições que você visitou recentemente e considere o trabalho do curador ou do diretor". A resposta é: trata-se mais que um simples ato de filtrar - McAdams exemplifica com o gatekeeper - , e propõe aspectos de curadoria jornalísticas baseadas na curadoria de museus:
1. Selection of the best representatives. 2. Culling. 3. Provide context. 4. Arrangement of individual objects. 5. Organization of the whole. 6. Expertise. 7. Updating.
By Mindy McAdams and Jeff Jarvis
meu comentário: para ser um curador de conteúdo digital é preciso que haja sistemas de publicação pensados para esse tipo de plus, é preciso que haja designers de informação mais ousados, e jornalistas também - enquanto os projetos (nesse caso, a referência é ao planejamento dos processos produtivos) se limitarem à metáfora do impresso (paginador, com diagramação em colunas e hierarquia) esvazia-se a idéia de curador-jornalista.
Outro ponto de reflexão é: volta ao centro do debate a discussão sobre o jornalista ser um generalista. Ele tem que ser um especialista ou um generalista? Especialista em quê?
A pensar,
LM,
4 de dez. de 2008
Interview with Maxwell McCombs
Universidade da Beira Interior (Portugal)

No sumário, destaque para os artigos:
- Front Page Layout and Reading Paths: the Influence of Age on Newspaper Reading
por Zara Pinto Coelho - Interview with Maxwell McCombs por Jan Alyne Barbosa e Silva

LM
3 de dez. de 2008
Artists and Innovators for the Environment
Part two
Part one
by http://www.streamingmuseum.org/index-01.html
Fundado neste ano por Nina Colosi, o Streaming Museum surgiu com o propósito de ser uma fonte de conteúdo cultural livre - produz e distribui exposições de New York para uma rede social no ciberespaço. Trata-se de um serviço público de mensagens criadas por artistas a partir da lógica do compartilhamento. Nina ganhou um Emmy e vários outros prêmios por integrar imagens em movimento e teatro, com música criadas por ela em seu estúdio, nos EUA.
LM
2 de dez. de 2008
Verbos para on-line: linkar e trincar
Do colunista do El Mundo, Arcadi Espada, literal:
No veo que el digital se interese en exceso por esta lista que publica el papel.
Y es una lástima, porque estas listas sólo encuentran su sentido completo a través de google.
Benito Lasierra Puyuelo Carlos Maier Allende Ignacio Fagalde Mateos José Bas Puig Ernesto Ferrer Calonge Enrique Clapers Alegre Manfred Werner Myohl Luis Gari Sentmenat Enrique Pérez Flores Eugenio Erhardt Hormaechea Mª Luis Oraa Sáenz de Pipaón Rafael Erhardt Oraa Eugenio Erhardt Oraa Arturo Mas Barnet Looser Hubert Manfred Stier - Archive Aldo Zanussi Renate Klara Birke Frolen Lidwina Knecth Mª Ilona Pantel Ayal Rolf Werner Peter Kimmel Bruckner Margit Weinberg José Mª Márquez Vigil Mª Luisa Márquez Vigil Javier Márquez Vigil Marta Márquez Vigil Mª Luisa Vigil Mendiburu Jaume Graells Coll Pieter Jan Vlaander Gerrit Alejandro Sánchez Pizarro Mª del Pino Bello Cabrera José Luis Martín Carbonell Wilhelm Hocht Anna Charlotte Hocht Petra Josefina Wallach Leif Gunnar Brime Francisco Santos Recuero Elena Diana Koefman Cuenca Alfredo Arribas Cabrejas Jorge Serra Murtra Grete von Unger Viroomal Roopchand Johan Cramer Betty Nebig
Não, nem pensar
LM
1 de dez. de 2008
Help me redesign the web
O título é do artigo do designer Roger Black. Na Technology Review, Black, que dispensa apresentações, afirma que os desiners de web precisam liberar a criatividade e parar de projetar web sites pensando exclusivamente a partir da lógica do impresso e tendo o browser como limitador. Para ele, as páginas on-line serão mais atrativas que as do impresso, e muito mais interativas. O guru diz ainda que acabou fase do web design de reproduzir modelos do analógico. Íntegra (acesso grátis por cadastro).
O texto é de 2007, mas a discussão está na ordem do dia. Pelo menos neste blog.
A pensar
LM