Mostrando postagens com marcador desmaterialização. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador desmaterialização. Mostrar todas as postagens

21 de dez. de 2008

Visualização de dados em teste


Dos desbundes que surgiram por causa da web, o link permanece inabalável, ainda que tenha sido amplamente explorado em outros sistemas, como o CD-ROM. Virou commodity.

Também não se pode negar que o rompimento da temporalidade e mudança da noção de espaço assumiram outra perspectiva. Mesmo que a tevê já fosse multimídia, hipermídia ou intermídia, na web banda larga aumentou a exibição da mistura áudio+vídeo+texto+fotografia+animação+infográfico. Tudo feito na mesma plataforma - papel e diagramação em colunas.

Mesma plataforma que trouxe as redes sociais (antes, comunidades) e a concepção a partir de base de dados. Reunir base de dados + redes sociais é praticamente mapear toda a internet. Ainda que essa base seja texto, imagem ou qualquer outro sistema.

Exemplo disso são os sites noticiosos, sobretudo americanos e espanhóis, que arriscam e apostam e novos formatos de exibição, como o da Time para o Homem do Ano. Em torno da imagem de Barack Obama, montou-se uma rede de personalidades escolhidas pela revista ao longo dos anos. Basta passar o mouse sobre um nome e aparece uma cadeia relacionada.

À revelia das críticas, ainda não há sistematizações concretas sobre o que se pode fazer no espaço digital, ciberespaço (ou o que for), portanto, mais importante que seguir padrões estabelecidos, é o fato de serem experimentados várias formas até se chegar a um denominador comum - ou não.

A pensar,
LM

8 de dez. de 2008

Dublê de corpo

"O que tem sentido já não é a liberdade de idéias, mas a liberdade de formas: a liberdade de modificar e mudar o corpo", by Stelarc sobre a desmaterialização do corpo. Para o artista, o corpo humano é obsoleto.



A pensar, e muito

LM