Mostrando postagens com marcador portal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador portal. Mostrar todas as postagens

20 de dez. de 2009

Your YouTube homepage: now with Facebook feeds




Cada vez mais a ordem do dia é compartilhar informação e as redes sociais dão o exemplo: plataformas integradas que permitem postar conteúdo para diversos públicos, como o anúncio do You Tube (permitir acesso ao Facebook). 


Com isso, o que está em jogo agora é como desenvolver sistemas de publicação em redes sociais que não resultem em redundância de conteúdo. O Facebook, por exemplo, permite subir ou gravar vídeos.


De qualquer forma, a associação You Tube/Facebook mostra que o importante é perceber para onde os conceitos estão indo: de portais/sites (final dos 1990) para a noção de fazer rede (final dos anos 2000), de fazer associações, de criar formas de recomendação e engajamento...


meu comentário: E tem gente que ainda está no esquema portal/site/hot site.


A pensar,

22 de nov. de 2009

Convergência virou démodé?


Em seu blog, Mario García conta sua experiência em Dubai, no jornal Gulf News, sobre convergência. Apesar de a redação do jornal ser estruturada de modo que os editores discutam por quais plataformas a notícia será contada, ainda é difícil emplacar a idéia de convergência/integração de mídia na redação. 


Um dos papas do design de jornal no mundo, Mario García sugere: "please discuss the story as such, let it fly over the hub table for a while, then ask the question: which is the best platform to tell the story.  If more than one platform make sense, then discuss how the story will be presented".


Entretanto, vale a pena ponderar as questões de convergência em vigor: na realidade, não vão além de power point com mídias distribuídas. O que leva à seguinte (contra) pergunta: em tempos de redes sociais, de fazer rede, de informação circular, de plataformas transmídia, é legítimo ainda discutir convergência nas redações mundo afora?


Porque a web tem uma dinâmica própria e certamente não é pautada pela remediação (BOLTER; GRUSIN:2000), mas por uma nova linguagem visual híbrida (MANOVICH: 2008) graças, sobretudo, à migração da cultura de página para a cultura de dados (BERNERS LEE: 2009). 


E você? Ainda aposta em convergência de midias?

21 de nov. de 2009

Por uma revisão no vocabulário da mídia digital



Tudo bem que as críticas sobre falta de vocabulário de mídia digital intrigam os defensores da reprodução de metáfora analógicas, mas precisa ultrapassar os limites do absurdo e titular um paper com a afirmação de que há sites de redes sociais


Como assim? Site de rede social? Site = lugar, a web é um não lugar, o que talvez explique a lógica de fazer rede e não ter um portal de redes sociais ou site de redes sociais?


É mais do que urgente repensar as nomenclaturas no ambiente digital. Porque ainda que há quem tenha interesse comercial em dizer que nada mudou, mas tudo mudou quando o assunto é world wide web.


A pensar,

30 de out. de 2009

A vez das redes sociais

Quando o governo federal anunciou, em julho passado, o Fórum da Cultura Digital, esta jornalista apostou que a noção de portal seria substituída pela de redes sociais. A lógica é fazer rede e não estar em rede, e a pesquisa divulgada pelo Pew Internet comprova a tese.  










7 de dez. de 2008

Cadê a novidade?

Atualizado às 07h37
O NY Times começou a agregar conteúdo de outras fontes em seu portal. Basta um clique para personalizar: o usuário pode escolher entre uma home montada a partir da edição do jornalão americano ou uma com notícias linkadas de blogs e outros sites noticiosos.

meu comentário: a novidade anunciada é mais do mesmo. Nos anos 2000, o iG e o Último Segundo surgiram sob essa proposta (MOHERDAUI: 2007, p.10): conteúdo próprio + agência noticiosa (inclui BBC e NY Times, além de Reuters, AP e AFP, por exemplo). O formato foi copiado por dezenas de portais brasileiros. Fora do Brasil, o El País já usara fontes externas para relacionar conteúdo bem antes do Times.

capa do iG, maio de 2000

Na realidade, esse foi o modelo consolidado pelos portais, cuja agregação é palavra-chave da oferta de conteúdo (SAAD: 2003, p.250-254). Hoje 0 termo mais usado é mashup. Ainda que a agregação do Times não tenha essa pretensão.

A pensar,

LM