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14 de set. de 2010

22 de jul. de 2010

27 de abr. de 2010

O Último Segundo está de cara nova


O jornal Último Segundo redesenha as páginas e volta ao formato de sua estreia, nos anos 2000: equipe recheada + sucursais em Brasília e Rio de Janeiro.

15 de abr. de 2010

A nova interface do G1

Com mais destaque para vídeos das Organizações Globo e nova tipologia da marca, o G1 anuncia mudanças no portal.



7 de jan. de 2010

A nova cara do Terra



O portal Terra redesenhou sua interface, e o resultado é um desenho limpo, com menos redundância nas chamadas de textos e ícones, conteúdo mais organizado e maior valorização de imagens.

Muito bom.

3 de jun. de 2009

O jornalismo de tags do Link, do Estadão

Atualizado às 18h40


Entrou no ar na noite dessa terça, 2, a nova página do Link. Com design clean, que lembra o WordPress, a proposta da versão digital do caderno do Estadão é oferecer navegação intuitiva e baseada em tags.

Ainda que pautado pela hierarquia e diagramação, o redesenho da seção de tecnologia segue a lógica de uma estética de base de dados, o que não deixa de ser, de algum modo, o começo da migração da cultura da página para a cultura de dados (BERNES LEE: 2009). Destaque para o cabeçalho.

meu comentário: no bom caminho...

Festa de lançamento


LM

1 de jun. de 2009

Para quem ainda não viu

A análise do redesenho da Newsweek feita pelo magCulture é do último dia 20 de maio, mas vale a pena republicar no Contra a clicagem burra pelo print screen das páginas e para adicionar ao bookmark.

LM

13 de abr. de 2009

Para redesenhar, Javier Errea

O blog 233grados entrevistou Javier Errea, consultor de design da Innovation, e o resultado é um bate-papo sobre jornalismo, crise econômica e a importância do redesenho. Para Errea, o jornalismo tem que "experimentar con herramientas narrativas nuevas es clave en el futuro de nuestros diarios y revistas. Claro que eso supone una revolución interna increíble. Pocos se la pueden imaginar: adiós maqueteros, más personal…"

LM

10 de mar. de 2009

Facebook redesenha interface





O Guardian Media resenhou a nova home do Facebook, que estreia nesta quarta, 11. Veja o que mudou
LM

11 de fev. de 2009

BBC Brasil repaginado

BBC tem nova roupagem e velhas propostas de edição. Explico:

Escreveu Flusser em O Mundo Codificado (2007, p. 129):

"(...) O fato de a humanidade ser programada por superfícies (imagens) pode ser considerado , no entanto, não como uma novidade revolucionária. Pelo contrário: parece tratar-se de uma volta ao estado normal. Antes da invenção da escrita, as imagens eram meios decisivos de comunicação. Como os códigos em geral são efêmeros (como, por exemplo, a língua falada, os gestos, os cantos), somos levados a decifrar sobretudo o significado das imagens, nas quais o homem, de Lacaux às plaquetas nesopotâmicas, inscrevia suas ações e seus infortúnios. E, mesmo depois da invenção da escrita, os códigos de superfície, como afrescos e mosaicos, tapetes e vitrais de igrejas, continuavam desempenhando um papel importante. Somente após a invenção da imprensa é que o alfabeto começou efetivamente a se impor. Por isso, a Idade Média (e inclusive a Renascença) nos parece tão colorida se comparada à Idade Moderna. Nesse sentido, nossa situação pode ser interpretada como um retorno à Idade Média, ou seja, como uma volta avant la lettre."

meu comentário: Se as imagens representam um modo de ver e se comunicar com o mundo na pré-história e o alfabeto e o surgimento da imprensa significam o pós-histórico, o que dá para dizer sobre a redundância que explica ícones? É verdade que as pessoas e a sociedade são programadas por códigos, mas o que está em jogo é saber que programação é essa que faz algumas edições na rede, como essa do novo design da BBC, apontar o dedo indicador aos usuários. Porque só nessa chamada há imperativo e excesso de repetição para explicar que trata-se de um vídeo.

A pensar,

LM

3 de fev. de 2009

Smashing Magazine analisa whitehouse.gov

Pouco tempo após a cerimônia de posse de Barack Obama, entrava no ar um repaginado whitehouse.gov . Com novo logotipo, destaque para as cores azul e vermelha e ícones que lembram o design da campanha, como as bandeirinhas postadas ao lado esquerdo das chamadas, o site da Casa Branca estreou com a proposta de ampliar a participação do eleitor em projetos políticos e oferecer mais transparência às ações do governo.



Ainda que haja muito a fazer, como substituir os jurássicos computadores da Casa Branca por máquinas potentes, com sistemas de ponta, e elaborar um ambicioso plano de segurança para impedir (ou minimizar) invasões e instalação de programas espiões, trata-se de um passo em direção à inclusão digital dentro e fora do governo dos EUA.

Por conta da importância dessa mudança, a Smashing Magazine analisou a composição do site desde a marca até a disposição dos elementos. Vale a pena dar uma espiada e comparará-lo ao projeto anterior. Também é boa idéia contrapor ao ponto de vista brasileiro - design, infraestrutura e projeto.

A pensar,

LM

16 de jan. de 2009

A vez do acesso por gestos



Da Wired Vídeo

"At CES 2009, Toshiba showed off a conceptual computer interface that uses hand gestures for control. With simple motion sensing technology and a software interface, Toshiba hopes to open up applications for video games and other interactive media."

meu comentário: Está mais do que na hora de repensar os desenhos de páginas. O primeiro passo, sem dúvida, é ficar de olho no que virá. Alguém ainda duvida que o mouse não é mais a bola da vez no comando de conteúdo digital?

A pensar,

LM

14 de jan. de 2009

As palavras e as coisas no El Mundo

Bem, não dá pra ter tudo mesmo. Essa é uma das primeiras lições que jornalistas aprendemos quando passamos à Academia. A segunda, é preciso entender as práticas nas redações digitais para depois criticar (construtivamente, claro).

Assim, começa uma percepção (mais sitematizada) do novo redesenho do El Mundo. Elogiado diversas vezes desde que foi ao ar no último domingo com agressiva campanha de marketing voltada para as multiplataformas de distribuição, parte-se agora um olhar mais atento.

Vamos lá:


Os botões para avançar as fotos dinâmicas na capa. Um dos raros exemplos em que o ícone não precisa de legendas. Quem não sabe que o sinal de + significa mais? Outro botão interessante é o que avisa em qual foto o usuário está. Afinal usuários não precisamos de números (1,2,3,4,5) para acompanhar imagens nos portais.


Cheguei a postar no domingo, quando foi anunciado o El Mundo repaginado que usuários estávamos livres do click to play. Não foi bem assim. Há vídeos no jornal espanhol que ainda nos pedem para clicar no botão play. Não precisa, sabemos que o ícone significa play. Tem no controle remoto.


Excelente resolução para os serviços interativos e, sobretudo, os de share. Mas ainda me pergunto qual o critério de seleção desses botões? Popularidade? Qualidade? Tecnologia?

Precisa repetir à exaustão a palavra Titulares? Não há outra maneira de destacar essas secciones?

A pensar,

LM

2 de jan. de 2009

Next for news design?


A SND convidou designers, jornalistas, professores, consultores e editores para postar previsões sobre a mídia neste ano. Destaco os principais pontos:

- equipes menores e aumento da competitividade
- jornais investem pesado em novos formatos de anúncios
- o celular ganha importância na produção jornalística integrada
- aumento de conteúdo distribuído por plataformas móveis
- destaque para a criação de narrativas por meio de base de dados visuais
- fim do uso de câmera de vídeo e a consolidação de DSLR (digital single lens reflex) no fotojornalismo
- amplifica-se a importância dos filtros de notícias, e os jornais compreendem que o conteúdo deve ser publicado na web, em primeiro lugar, mesmo que isso resulte em menos venda de papel - 2009 é o ano de reinventar o design de notícias na rede
- atrair leitores para conteúdo interessante e credível
- desenvolver modelo de negócio mais rentável
- influência da web no design de jornais impressos
- parceria entre empresas de software e telefonia para criar novas plataformas de leitura, audição e visualização de informação
- fragmentação de conteúdo: apresentação de impresso e on-line tem apenas texto ou imagem - infográfico, fotografia ou vídeo
- anos dourados da revista Life estão de volta: reinventar ou descobrir gêneros visuais em vídeo, perfis, entrevistas e resumo de notícias
- redes sociais são indispensáveis na produção de conteúdo

A pensar,

LM

12 de nov. de 2008