Alguém consegue prestar atenção em um texto repleto de links, sem critério algum de seleção? Por que a matéria do
estadao.com.br tem de ter tanto áudio para as canções de Michael Jackson interpretadas por outros artistas?
O bom senso pede cautela para não provocar no leitor uma overdose de links.

Mesmo mal-estar causa a edição do
NY Times. O excesso de mídias mais dezenas de links no meio do texto confundem e atrapalham a leitura...

O
El Pais, responsável por inaugurar o layout horizontal com destaque multimídia nas colunas laterais, também abusa da exibição de formatos.

A composição mais equilibrada é a do
Último Segundo, do
iG. O editor soube aplicar os critérios de noticiabilidade aos links, e o resultado é interessante e dá a idéia de oferecer notícias do tamanho da curiosidade de qualquer leitor.
Vale a pena ficar de olho no que a turma do portal tem feito na rede. Não é sem razão que, mais uma vez, o iG sai na frente, ao publicar o seu próprio
manual de redação, atualizado a cada vez que aparece algo novo, para nortear o trabalho dos jornalistas.

A pensar,
LM