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6 de out. de 2010

Assim caminha a interface



Mais uma demonstração de que a lógica tags + algoritmos vai ditar a interface dinâmica.
(via Mashable).





19 de ago. de 2010

Eleições 2010: O primeiro debate em rede

Excelente iniciativa do UOL/Folha em apostar nas redes sociais para transmitir o primeiro debate entre presidenciáveis realizado pela internet brasileira. O uso simultâneo de Twitter, Facebook, blog e site muda a perspectiva do jornalismo digital e o coloca na lógica da notícia em rede. 


Outra ação que modifica a narrativa é o uso de tag. Replicada 51 mil vezes, a hashtag #debatefolhanouol deu novo formato ao conteúdo transmídia. Mostrou que é possível criar interfaces diferentes e dinâmicas por meio de palavras-chave. 


As etiquetas #debatefolhanouol e Debate Folha/UOL ficaram no topo dos Trending Topics do Twitter em Mundo, Brasil e São Paulo após o evento.






Quanto ao debate, senti falta de questões ligadas à Tecnologia, como o Plano Nacional de Banda Larga e a Lei de Acesso à Informação, ainda ultrapassados se comparados a práticas adotadas fora do Brasil.



11 de abr. de 2010

26 de nov. de 2009

31 de out. de 2009

                                                                                                                                               

Jornalismo baseado em tags

                                                                                                                                               

22 de out. de 2009

15 de out. de 2009

11 de set. de 2009



(marthagabriel, via twitter)

LM

13 de mai. de 2009

A cronologia reversa do NY Times

Laboratório on-line de tudo o que há de novidades para experimentar na rede, o NY Times lançou agora o Times Ware, página do jornalão americano atualizada por meio de cronologia reversa, mesmo recurso utilizado pelos blogs. 

A página ganhou link na capa do Times, ao lado de Times Topics, Most Popular, Video, Todays Paper e Times People. A home do jornal permanece ainda com edição manual, feita por gatekeepers. 

O que despertou curiosidade foi o formato. Lembra bastante o projeto de arte digital ten by ten,  que opera por meio de tags e reúne a cada uma hora notícias de Reuters, BBC e NY Times a partir de fotos publicadas na web. 

meu comentário: o ten by ten está na dianteira da criatividade, sobretudo porque parte de uma idéia nova e do jornalismo baseado em tags, cujo tema tenho explorado bastante neste blog em 2009, e o Times Ware recombina a tecnologia de blogs com fotos. Mais uma vez, a arte digital dá munição ao design e modelo de página de jornal. Quando jornalistas nos deixaremos levar pelas possibilidades criativas da cultura de rede?

A pensar,

LM

29 de abr. de 2009

See aqui, see ali, see acolá





Tudo bem que pode-se dizer que ainda é cedo para mudar uma cultura pautada na hierarquia mudar a forma de exibição de conteúdo na rede em formatos que provoquem agenciamento e não demanda de informação. Também dá para entender que o NY Times saiu na frente quando contratou um editor só para taggear seus textos e o colocou no mesmo nível do mancheteiro do jornal. Isso sem contar as experiências exaustivas de uso de redes sociais nas coberturas misturadas a depoimentos do cotidiano alheio. 

Mas o que não tem perdão a essa altura do jogo é ainda ter em conta que o sujeito precisa de setas e de indicações textuais para entender que há mais texto, mais foto, mais, mais, mais, mais a exemplo do site da revista de celebridades People.   O mundo mudou e os projetistas de rádio, tevê e jornais impressos não enchem os olhos do ouvinte, espectador e leitor com guias para ligar o dispositivo, mudar de estação ou de canal e explicações do tipo: vire a página ou vá até a página tal para ver todas as fotos publicadas evento xis. 

Será que é tão difícil orientar um sujeito sobre as práticas de navegação da cultura de rede? 

A pensar, 

LM

10 de abr. de 2009

Widget para complementar?

Artigo publicado na quinta-feira, 9, no El Pais sobre internet x televisão coloca no bojo da produção o uso de widgets para complementar o conteúdo da tevê: "La aplicación TV Widgets, que se comercializará a mediados de este año, permitirá a los espectadores poder consultar información en Internet mientras ven televisión". Trata-se de excelente oportunidade para discutir convergência (distribuição de mídias no browser) e hibridização (novo formato a partir da mistura de elementos).

Esta pesquisadora já postou comentário criticando o fato de a Globo usar mobile e web para atrair o telespectador. Não dá mais para apropriar-se dos elementos de composição para criar uma idéia de plus. É preciso partir para uma prática mais audaciosa até porque os dispositivos - tevê, computador e celular - deixaram de ter funções restritas às suas características para se tornarem plataformas de remix completamente reconfiguradas.

Isso significa que um celular não tem mais a função de fazer e receber ligações, a tevê não exibirá apenas a programação determinada pelas emissoras e o computador virou um metameio, nas palavras do pesquisador russo Lev Manovich, uma ferramenta composta por outras ferramentas para criar o que ele chama de remix profundo - mistura de elementos de composição e integração de programas de edição, ilustração e publicação, por exemplo.

Portanto, o que está em jogo é pensar a estrutura de criação a partir de uma cultura de rede baseada cada vez mais no agenciamento e no tageamento e não em reproduzir metáforas analógicas que complementem conteúdo.

íntegra

A pensar,

LM