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21 de dez. de 2009

notícias com redes sociais



Muito interessante o desenho da página do eBand, portal de notícias da TV Bandeirantes. Ainda que a lógica seja a da página diagramada em colunas, a noção de fazer rede, de integrar plataforma é brilhante.

20 de dez. de 2009

Your YouTube homepage: now with Facebook feeds




Cada vez mais a ordem do dia é compartilhar informação e as redes sociais dão o exemplo: plataformas integradas que permitem postar conteúdo para diversos públicos, como o anúncio do You Tube (permitir acesso ao Facebook). 


Com isso, o que está em jogo agora é como desenvolver sistemas de publicação em redes sociais que não resultem em redundância de conteúdo. O Facebook, por exemplo, permite subir ou gravar vídeos.


De qualquer forma, a associação You Tube/Facebook mostra que o importante é perceber para onde os conceitos estão indo: de portais/sites (final dos 1990) para a noção de fazer rede (final dos anos 2000), de fazer associações, de criar formas de recomendação e engajamento...


meu comentário: E tem gente que ainda está no esquema portal/site/hot site.


A pensar,

22 de nov. de 2009

Convergência virou démodé?


Em seu blog, Mario García conta sua experiência em Dubai, no jornal Gulf News, sobre convergência. Apesar de a redação do jornal ser estruturada de modo que os editores discutam por quais plataformas a notícia será contada, ainda é difícil emplacar a idéia de convergência/integração de mídia na redação. 


Um dos papas do design de jornal no mundo, Mario García sugere: "please discuss the story as such, let it fly over the hub table for a while, then ask the question: which is the best platform to tell the story.  If more than one platform make sense, then discuss how the story will be presented".


Entretanto, vale a pena ponderar as questões de convergência em vigor: na realidade, não vão além de power point com mídias distribuídas. O que leva à seguinte (contra) pergunta: em tempos de redes sociais, de fazer rede, de informação circular, de plataformas transmídia, é legítimo ainda discutir convergência nas redações mundo afora?


Porque a web tem uma dinâmica própria e certamente não é pautada pela remediação (BOLTER; GRUSIN:2000), mas por uma nova linguagem visual híbrida (MANOVICH: 2008) graças, sobretudo, à migração da cultura de página para a cultura de dados (BERNERS LEE: 2009). 


E você? Ainda aposta em convergência de midias?