7 de mai. de 2009

Remix, de Lessig, está na rede para download


The Bloomsbury Academic Press version of REMIX is now Creative Commons licensed (CC-BY-NC). 

LM

6 de mai. de 2009

Real-time swine flu using Twitter


Alessio Signorini, doutorando do departamento de Ciências da Computação da Universidade de Iowa (EUA), criou um mashup da gripe Influenza A que atualiza, a cada 25 segundos, posts no twitter que contêm palavras-chave sobre a doença. O mapa de fluxos utiliza a tecnologia do Google Maps para localizá-los.

A dica é do http://www.cyberjournalist.net/
LM

Is Twitter killing RSS readers?


A pergunta vem do guardian.co.uk

"Is Twitter killing RSS readers? It has been observed for a while now by heavy users of Twitter clients that their reliance on RSS readers as a source of news is being replaced by contextualised, prioritised news picked out by the contacts they follow on Twitter, as well as straightforward RSS feeds distributed through Twitter."

A pensar,

LM

5 de mai. de 2009

Webby Awards anuncia vencedores

LM

Vem aí o Big Kindle

Deu no Guardian

"Amazon is preparing to launch a new, big-screen version of its Kindle e-book reader - just three months after it for releasing the second generation of the gadget.

The new Kindle, which is due to be introduced at a press conference in New York on Wednesday, is set to supplement the existing model by providing a larger screen that can more easily display newspaper and magazine pages... potentially giving the struggling print industry a chance to find some light at the end of the tunnel."

LM

3 de mai. de 2009

Gay Talese x internet

Não é novidade que o jornalista e escritor Gay Talese critica a internet. Em 2000, quando esta jornalista o entrevistou para o Último Segundo, do iG, Talese reclamou da falta de credibilidade nas informações que chegam pela rede. Na época, o destaque do noticiário se voltara aos erros da cobertura das eleições americanas que levaram George W. Bush à Casa Branca.

Quatro anos mais depois, por ocasião do lançamento de uma edição ampliada de Fama e Anonimato pela Companhia das Letras, em nova entrevista, desta vez ao baiano A TARDE, o jornalista se queixou dos profissionais que apuram informações por meio do computador. "Bom repórter é o sujeito que sai às ruas em busca de novidades e não aquele que fica na redação sentado atrás de um computador ".

E, de novo, mirou contra a internet: "Não uso a internet. Quando se trata de apurar, eu não confio em ninguém a não ser em mim mesmo. Evito entrevistar pessoas pelo telefone. Prefiro ver quem entrevisto - face a face; é o que recomendo. Talvez seja inconveniente, mas não importa: é altamente recomendável."

Na série de entrevistas que concedeu à mídia brasileira, por conta de sua participação na Festa Literária Internacional de Paraty, que acontece de 1º a 5 de julho, Talese voltou a criticar a rede mundial de computadores. Agora, por causa da crise econômica por que passam os jornalões americanos, o escritor afirmou à Folha de S.Paulo que o NY Times errou ao abrir o conteúdo na web e disse a O Estado de S.Paulo que só usa o Google para saber informações precisas sobre, por exemplo, em que período fulano foi presidente dos EUA.

"Não uso a internet, não me interessa a tecnologia. Trabalho basicamente como há 50 anos. Se precisar saber quem foi o vice-presidente no ano tal, posso usar o Google e não vou até a biblioteca... Mas as pessoas sobre quem quero descobrir alguma coisa não são famosas. Se eu fizesse uma busca no Google sobre os personagens reais de A Mulher do Próximo, eles apareceriam associados ao meu nome. Muita gente que entrevistei estava falando com um repórter pela primeira vez. Eu sou o historiador de pessoas que não têm história registrada em público."

Mesmo avesso às novas tecnologias e com muita propriedade em suas análises, sobretudo sobre a precariedade da apuração jornalística atual, é sempre um prazer saber o que um dos mais importantes profissionais da imprensa pensa sobre o quarto poder.

LM

Todos conectados



Vale muito a pena acompannhar o fluxo da informação na cultura de rede. A dica é do blog Cadernos de Tecnologia.

Vai para o bookmark.

LM

2 de mai. de 2009

Design dos anos 1970 aos 2000

Se é verdade que a web está na era do remix profundo, como afirma Lev Manovich, em que uma nova linguagem visual híbrida é formada a partir da mistura de elementos e de softwares , o que transforma completamente a noção de distribuição de conteúdo porque uma história se desdobra em diferentes plataformas, ou o que Henry Jenkins chama de transmídia, é correto pensar o design informacional ainda do ponto de vista da convergência, conforme defende Mario García?

(atualizado em 8/12/2010)

A pensar,

LM

1 de mai. de 2009

Influenza A em tempo real 2

Se é verdade que migramos definitivamente para uma cultura baseada em dados em que a exibição é visual e dinâmica, não é possível mais pensar em uma cobertura como a da gripe Influenza A que avança rapidamente no mundo com mapas estáticos, como esse publicado no site da Economist. 


E já que o Twitter é o hype da vez na cultura de rede, o USA Today criou uma conta de seu canal de Saúde para as pessoas acompanharem as últimas notícias da gripe. 
Aliás, a página do USA Today da cobertura é uma das mais interessantes da web. Há atualização de dados em texto e mapas em tempo real, links apontando para redes sociais e sites de compartilhamento e de validação de conteúdo e uma lista de serviços de hospitais e prontos-socorros. 

Para não ficar somente no USA Today, destaco NY Times, El Mundo, El País e  Washington Post, que também trazem mapas dinâmicos atualizados. 




Não são apenas os jornalões que usam a base de dados dinâmica para contar o avanço da doença no mundo, mas usuários que integram redes organizadas também participam da cobertura usando a tecnologia do Google Maps para atualizar os dados. Há grupos que convidam pessoas a contribuir na produção de informações, conforme destaquei neste blog no último dia 29.


LM