9 de fev. de 2009

China, cidade digital

Reprodução Folha de S.Paulo

Da Folha de S.Paulo:

"De milionárias recém-saídas das compras a migrantes rurais que nunca tiveram uma TV na vida, centenas de pessoas se reúnem todas as noites para ver um espetáculo digital em
Pequim. Um telão de 250 m de comprimento por 30 m de largura, suspenso a 25 m de altura, é a maior atração do shopping The Place. O comprimento é mais que o triplo do
vão do Masp. A tela de 7.500 m2 é 25 vezes maior do que o telão que passava filmes há alguns anos no Jockey em São Paulo. A atração de 250 milhões de yuans (R$ 83 milhões) foi
inaugurada há pouco mais de um ano, mas o fenômeno a desencadeou continua a se repetir pela capital chinesa."

Íntegra

meu comentário: haverá fôlego para tanta informação visual?

LM

8 de fev. de 2009

Para pensar



Dica do Mario Tascón, no Facebook

LM

New Media Index 2nd Edition

A segunda edição do New Media Index, do Pew Research Center's Project for Excellence in Journalism, aponta que a crise econômica são dos destaques número 1 nas mídias on e off-line. Outro dado interessante é o espaço dedicado ao presidente dos EUA, Barack Obama, no papel e nos blogs. Obama é campeão no You Tube.

"Outrage over economic troubles, President Barack Obama’s comments about a radio talk host, and a Texas-sized practical joke captured the attention of bloggers, user news sites and other social media last week. On YouTube, the top news video was Obama’s weekly address which focused on his economic stimulus plan.

While the more traditional press overwhelmingly focused on the economic crisis and the stimulus plan, the new media’s attention was equally divided among three diverse subjects—the villains of the financial meltdown, Obama’s decision to criticize Rush Limbaugh, and jokesters who changed a road sign to warn of a zombie attack. The two politically oriented stories gave rise to often intense discussions, with ideological finger pointing on both sides of the aisle. "

Íntegra

LM

7 de fev. de 2009

Acesso grátis entra na pauta da crise econômica

Com a crise econômica dos EUA, volta a discussão sobre pagar por conteúdo jornalístico na web. Sem crise, o modelo de negócio predominante na rede nos anos 90 era o pago. Por conta da farta distribuição de informações grátis e com credibilidade por uma grande variedade de fontes (blogs, redes sociais e sites jornalísticos independentes do establishment), os anos 2000 foram marcados pelo acesso gratuito.

Esse é o tema que a Time destaca em sua capa na edição desta semana: Ao lançar a pergunta "How to Save Your Newspaper", a revista coloca na pauta do dia os modelos de negócios em vigor na internet, uma vez que muitos americanos procuram notícias on-line de graça em vez de pagar por jornais e revistas de papel:

"According to a Pew Research Center study, a tipping point occurred last year: more people in the U.S. got their news online for free than paid for it by buying newspapers and magazines. Who can blame them? Even an old print junkie like me has quit subscribing to the New York Times, because if it doesn't see fit to charge for its content, I'd feel like a fool paying for it.
This is not a business model that makes sense. Perhaps it appeared to when Web advertising was booming and every half-sentient publisher could pretend to be among the clan who 'got it' by chanting the mantra that the ad-supported Web was 'the future.'"

Boa discussão.
LM

6 de fev. de 2009

Está na rede rascunho de Infografía 2.1

Tem aumentado na web a postagem de manuscritos, rascunhos, projetos e livros não finalizados sobre tecnologia, jornalismo digital, infografia e etc. Talvez por conta da velocidade de atualização e circulação de dados cuja publicação impressa não dá conta. E também, of course, para marcar posição.

Um dos exemplos é o espanhol Alberto Cairo, que jogou no ar o rascunho de Infografía 2.1, sob licença Creative Commons. Antes de lançar Infografía 2.0, postou trechos do livro em sua página pessoal. Lev Manovich também usa a rede para isso: além de oferecer uma base de dados de artigos em seu site, o pesquisador disponibilizou em novembro passado uma das versões de seu novo livro Software Takes Comand para download.

meu comentário: excelente proposta. Bom seria acessar mais documentos publicados dessa forma. Em tempos de tudo-ao-mesmo-tempo-agora, é mais do que urgente compartilhar conteúdo, sobretudo de alta qualidade, entre pesquisadores. Os jornalistas agradecemos.

A pensar,

LM


5 de fev. de 2009

Digital form


Para pensar (e usar):

“Digitization of media collections, the development of Web 2.0 and the rapid growth of social media have created unique opportunities to study social and cultural processes in new ways,” said principal investigator Lev Manovich, who directs the Software Studies Initiative.

“For the first time in human history, we have access to unprecedented amounts of data about people’s cultural behavior and preferences as well as cultural assets in digital form. This grant guarantees that we’ll be able to process that data and extract real meaning from all of that information.”

Do texto Supercomputing to Help UC San Diego Researchers Visualize Cultural Patterns

LM

4 de fev. de 2009

Dicionário de design. Para quem precisa

LM

Ícones para twittar

Agora twitteiros podemos usar ícones em nossos posts. Basta entrar em http://www.thenextweb.com/TwitterKeys/keys.php#, escolher uma das várias imagens disponíveis, copiar e colar no seu perfil.


LM

3 de fev. de 2009

Smashing Magazine analisa whitehouse.gov

Pouco tempo após a cerimônia de posse de Barack Obama, entrava no ar um repaginado whitehouse.gov . Com novo logotipo, destaque para as cores azul e vermelha e ícones que lembram o design da campanha, como as bandeirinhas postadas ao lado esquerdo das chamadas, o site da Casa Branca estreou com a proposta de ampliar a participação do eleitor em projetos políticos e oferecer mais transparência às ações do governo.



Ainda que haja muito a fazer, como substituir os jurássicos computadores da Casa Branca por máquinas potentes, com sistemas de ponta, e elaborar um ambicioso plano de segurança para impedir (ou minimizar) invasões e instalação de programas espiões, trata-se de um passo em direção à inclusão digital dentro e fora do governo dos EUA.

Por conta da importância dessa mudança, a Smashing Magazine analisou a composição do site desde a marca até a disposição dos elementos. Vale a pena dar uma espiada e comparará-lo ao projeto anterior. Também é boa idéia contrapor ao ponto de vista brasileiro - design, infraestrutura e projeto.

A pensar,

LM

2 de fev. de 2009

Escape from...


"No matter how bad things got for Lex Salisbury, CEO of Tampa's Lowry Park Zoo, no matter how many officials called for his job, no matter how swiftly his zoological empire came undone, it is not fair to blame the monkeys."

LM