29 de dez. de 2008

iPhone Wish List

A Time listou 10 motivos para desejar um iPhone. No ranking da revista americana estão ainda 50 melhores websites e as 100 melhores peças de design. Experimente agora!

Full list

LM

28 de dez. de 2008

+++ QR Code



Conecte: as mil e umas utilidades do celular, por Ernesto Paglia, no Jornal da Globo.

LM

++ QR Code

Atualizado às 18h04

No fim de semana, esta pesquisadora aprendeu com duas feras o que é o QR Code: Ana Carolina Casais (responsável pelo projeto no A Tarde On Line) e Mario Cavalcanti (Jornalistas da Web). O resultado é o seguinte:

Criado em 1994 pela empresa japonesa Denso-Wave, o QR Code (ou código de barras em 2D) começa a ser testado no Brasil em jornalismo, publicidade, blogs e redes sociais e já usado há algum tempo por BBC, Google, Claro e Volkswagem, entre outros.

A captura da informação (multimídia, links ou texto) é feita pela câmera fotográfica do celular e um software de leitura de QR (disponível para download em toda a rede). Mas há um porém: nem todos os aparelhos estão habilitados ao código. Cada um possui um mecanismo diferente de operação, como o iPhone (fotografa, depois escaneia) ou Nokia N95 (basta enquadrar o código e o conteúdo aparece).

O Code funciona como um atalho para acessar conteúdo via celular por link ou apenas texto. Cada matéria do jornal A TARDE carrega um QR diferente, uma espécie de "leia mais" já apontado à exaustão pela mídia a suas versões analógicas e digitais. A diferença é que o plus chega direto ao aparelho móvel, lido por uma câmera que envia o usuário à uma página na rede.

Para acesso via internet sem fio, o custo dependerá de cada provedor (se haverá áreas livres e fechadas). O sistema permite arquivar multimídia e ampliar a proposta de integração de mídias, uma vez que o código não substitui a mídia, mas tem a função de complementá-la.

Ou seja, exibe sistemas que o impresso não é capaz, como áudio, vídeo, gráficos interativos, galeria de fotos. Quem lê notícias sobre os 50 anos da Revolução Cubana, por exemplo, receber em seu celular multimídia e links sobre o tema.

É possível também , por exemplo, transformar em código de barras bidimensional todo o conteúdo de um jornal e ainda incluir esse plus. O problema é o de sempre: como tornar a navegação fácil e a interface atraente.

meu comentário: é preciso que o QR Code não se transforme em mais uma onda de formatos disponíveis para integrar conteúdo. Senão corre-se o risco de reduzir sua capacidade em um "saiba mais". Por isso, é urgente explorar e testar (a partir de agora) todas as possibilidades de exibição em interfaces móveis.

A pensar,

LM

26 de dez. de 2008

Data visualization projects top five

O FlowingData escolheu as cinco melhores peças de visualização de dados de 2008 com base em interatividade, narrativa e uso de dados visuais. O resultado é uma coleção interessante e criativa e que abre um espaço na produção digital para esse tipo de conteúdo, que passa a integrar a pauta do dia.

5 - Decision Tree: The Obama-Clinton Divide




4 - Radiohead "House of Cards" Music Video

3 - Last.fm and Movie Box Office Streamgraphs


2 - I Want You to Want Me




1 - Britain From Above









Enciclopédia em 3D



Um dos caminhos para encontrar um formato de narrativa no ciberespaço é estudar os trabalhos do Spatial Robots, site dedicado a catalogar, discutir e promover sitemas interativos espaciais e tudo o que há de novo em tecnologia para criar arquiteturas digitais. Vale a pena experimentar. O vídeo acima apresenta uma proposta de enciclopédia em 3D.

Enjoy it

LM

25 de dez. de 2008

"La realidad no es la única verdad"


Philip K. Dick

Boa a discussão que começa no blog de Scolari sobre as reflexões do escritor Philip K. Dick (1928-1982) dos limites entre real e virtual. Há quem diga que ao se conectar ao ciberespaço, o usuário se reduz a uma URL. Afirmação bastante simplista se considerar tudo o que tem sido discutido, e efetivamente, realizado, do ponto de vista tecnológico.

Conversão do corpo em uma zona topográfica virtual, dublê virtual, telepresença, deslocamento do indivíduo biológico para o cibersistema, novo projeto de corpo (GIANNETTI, 2006, p. 101) e uma série de outras possibilidades de transformação parecem supor que real e virtual serão justapostos.

O que está em jogo é um novo projeto de corpo e, portanto, do humano. Para Stelarc, a microtecnologia utilizada e implantada no corpo permitirá romper com as fronteiras biológicas:

"A pele era, como superfície, o início do mundo e, simultaneamente, o limite do indivíduo. (...) Expandida e penetrada por máquinas, a pele já não é mais a superfície plana e sensível de um lugar ou de uma parede intermediária. O indivíduo se encontra, agora, fora da pele; porém, isso não significa nem uma separação nem uma ruptura, mas uma compreensão da compreensão da consciência. A pele já não representa clausura" (STELARC, 1997 apud GIANNETTI, 2006, p. 101).

A pensar (e muito)

LM


24 de dez. de 2008

Para o bookmark

Para passar o dia navegando por arte digital. Vale a pena experimentar e arquivar o Database of virtual art.

LM

23 de dez. de 2008

Quanto mais redundância...




As tiras recortadas fazem parte da coluna de fotos do estadao.com, no canal Cidades. É preciso mesmo empilhar notícias, imagens e tudo o mais que o browser permite em uma capa? Ou a redundância virou a palavra-chave do jornalismo digital? Não custa lembrar que menos é mais (sempre)

A pensar,
LM

22 de dez. de 2008

O que virá por aí

Relatório do Pew Internet Institute mostra que em 2020 a maioria das pessoas usará dispositivos móveis para se conectar à rede. Para comprovar que esta pesquisadora não está desavisada ou sem escopo teórico quando levanta a voz contra a clicagem burra e defende a intuição dos navegantes, o instituto prevê que o uso da voz e do toque finalmente será aceito pelos incrédulos. Adeus, "clique aqui".

• The mobile device will be the primary connection tool to the Internet for most people in the world in 2020.
• The transparency of people and organizations will increase, but that will not necessarily yield more personal integrity, social tolerance, or forgiveness.
• Voice recognition and touch user-interfaces with the Internet will be more prevalent and accepted by 2020.
• Those working to enforce intellectual property law and copyright protection will remain in a continuing “arms race,” with the “crackers” who will find ways to copy and share
content without payment.
• The divisions between personal time and work time and between physical and virtual reality will be further erased for everyone who’s connected, and the results will be mixed in
terms of social relations.
• “Next-generation” engineering of the network to improve the current Internet architecture is more likely than an effort to rebuild the architecture from scratch.

Íntegra

A dica é de Giselle Beiguelman

A pensar,

LM