13 de fev. de 2009

"Pantalla es una ventana al mundo"


"(...) la transparencia, que busca convencer al usuario de que la pantalla es una ventana al mundo; por otro lado, la de la hipermedialidad, que se revela a sí misma y se expresa a través medios múltiples e híbridos. Entre las primeras, encuadraría las películas de Hollywood ('Titanic'), las series de televisión ('The West Wing') y la mayoría de informativos, mientras que el hipermedia es un 'collage' compuesto por varias ventanas, vídeo, audio... y texto, como estamos acostumbrados a ver en la web 2.0 (Flickr, Myspace, Facebook, Youtube). En el terreno audiovisual y antes de internet, MTV también popularizó el hipermedia como forma de representación, según Bolter, al presentar estilos que rompen las convenciones de Hollywood."

Trecho da apresentação de Jay David Bolter no XXIII Congreso Internacional de Comunicación, (13 fev. 2009) realizado na Universidade de Navarra, em Pamplona (Espanha).

LM





Para discutir jornalismo, Labs Times

Muito interessante a proposta do Times, criar o Labs, blog da equipe de desenvolvimento do portal do jornal inglês para trocar idéias sobre o que está ordem do dia na rede.

A dica é do Walter Lima Jr

LM

12 de fev. de 2009

Google Buys A Paper Mill ....

A dica é de John Battelle no Facebook, e a notícia é da Reuters.

....so as to convert it into a data center. Sometimes truth is way better than anything you might try to make up.

11 de fev. de 2009

BBC Brasil repaginado

BBC tem nova roupagem e velhas propostas de edição. Explico:

Escreveu Flusser em O Mundo Codificado (2007, p. 129):

"(...) O fato de a humanidade ser programada por superfícies (imagens) pode ser considerado , no entanto, não como uma novidade revolucionária. Pelo contrário: parece tratar-se de uma volta ao estado normal. Antes da invenção da escrita, as imagens eram meios decisivos de comunicação. Como os códigos em geral são efêmeros (como, por exemplo, a língua falada, os gestos, os cantos), somos levados a decifrar sobretudo o significado das imagens, nas quais o homem, de Lacaux às plaquetas nesopotâmicas, inscrevia suas ações e seus infortúnios. E, mesmo depois da invenção da escrita, os códigos de superfície, como afrescos e mosaicos, tapetes e vitrais de igrejas, continuavam desempenhando um papel importante. Somente após a invenção da imprensa é que o alfabeto começou efetivamente a se impor. Por isso, a Idade Média (e inclusive a Renascença) nos parece tão colorida se comparada à Idade Moderna. Nesse sentido, nossa situação pode ser interpretada como um retorno à Idade Média, ou seja, como uma volta avant la lettre."

meu comentário: Se as imagens representam um modo de ver e se comunicar com o mundo na pré-história e o alfabeto e o surgimento da imprensa significam o pós-histórico, o que dá para dizer sobre a redundância que explica ícones? É verdade que as pessoas e a sociedade são programadas por códigos, mas o que está em jogo é saber que programação é essa que faz algumas edições na rede, como essa do novo design da BBC, apontar o dedo indicador aos usuários. Porque só nessa chamada há imperativo e excesso de repetição para explicar que trata-se de um vídeo.

A pensar,

LM

10 de fev. de 2009

Google Earth como elemento de composição

Além das redes sociais, sites de compartilhamento, bookmarks on-line e quetais, os jornais digitais deveriam apostar na tecnologia da Google para localizar ao leitor a informação publicada.

Imagine usar o Google Earth 5.0, por exemplo, em coberturas open source mundo afora? E não dá somente para localizar leitor e fatos, mas também a reportagem, com detalhes geográficos. Os jornalistas poderíamos postar textos, fotos, áudio, vídeo e tudo o mais... Que tal?

A pensar,

LM

9 de fev. de 2009

China, cidade digital

Reprodução Folha de S.Paulo

Da Folha de S.Paulo:

"De milionárias recém-saídas das compras a migrantes rurais que nunca tiveram uma TV na vida, centenas de pessoas se reúnem todas as noites para ver um espetáculo digital em
Pequim. Um telão de 250 m de comprimento por 30 m de largura, suspenso a 25 m de altura, é a maior atração do shopping The Place. O comprimento é mais que o triplo do
vão do Masp. A tela de 7.500 m2 é 25 vezes maior do que o telão que passava filmes há alguns anos no Jockey em São Paulo. A atração de 250 milhões de yuans (R$ 83 milhões) foi
inaugurada há pouco mais de um ano, mas o fenômeno a desencadeou continua a se repetir pela capital chinesa."

Íntegra

meu comentário: haverá fôlego para tanta informação visual?

LM

8 de fev. de 2009

Para pensar



Dica do Mario Tascón, no Facebook

LM

New Media Index 2nd Edition

A segunda edição do New Media Index, do Pew Research Center's Project for Excellence in Journalism, aponta que a crise econômica são dos destaques número 1 nas mídias on e off-line. Outro dado interessante é o espaço dedicado ao presidente dos EUA, Barack Obama, no papel e nos blogs. Obama é campeão no You Tube.

"Outrage over economic troubles, President Barack Obama’s comments about a radio talk host, and a Texas-sized practical joke captured the attention of bloggers, user news sites and other social media last week. On YouTube, the top news video was Obama’s weekly address which focused on his economic stimulus plan.

While the more traditional press overwhelmingly focused on the economic crisis and the stimulus plan, the new media’s attention was equally divided among three diverse subjects—the villains of the financial meltdown, Obama’s decision to criticize Rush Limbaugh, and jokesters who changed a road sign to warn of a zombie attack. The two politically oriented stories gave rise to often intense discussions, with ideological finger pointing on both sides of the aisle. "

Íntegra

LM

7 de fev. de 2009

Acesso grátis entra na pauta da crise econômica

Com a crise econômica dos EUA, volta a discussão sobre pagar por conteúdo jornalístico na web. Sem crise, o modelo de negócio predominante na rede nos anos 90 era o pago. Por conta da farta distribuição de informações grátis e com credibilidade por uma grande variedade de fontes (blogs, redes sociais e sites jornalísticos independentes do establishment), os anos 2000 foram marcados pelo acesso gratuito.

Esse é o tema que a Time destaca em sua capa na edição desta semana: Ao lançar a pergunta "How to Save Your Newspaper", a revista coloca na pauta do dia os modelos de negócios em vigor na internet, uma vez que muitos americanos procuram notícias on-line de graça em vez de pagar por jornais e revistas de papel:

"According to a Pew Research Center study, a tipping point occurred last year: more people in the U.S. got their news online for free than paid for it by buying newspapers and magazines. Who can blame them? Even an old print junkie like me has quit subscribing to the New York Times, because if it doesn't see fit to charge for its content, I'd feel like a fool paying for it.
This is not a business model that makes sense. Perhaps it appeared to when Web advertising was booming and every half-sentient publisher could pretend to be among the clan who 'got it' by chanting the mantra that the ad-supported Web was 'the future.'"

Boa discussão.
LM

6 de fev. de 2009

Está na rede rascunho de Infografía 2.1

Tem aumentado na web a postagem de manuscritos, rascunhos, projetos e livros não finalizados sobre tecnologia, jornalismo digital, infografia e etc. Talvez por conta da velocidade de atualização e circulação de dados cuja publicação impressa não dá conta. E também, of course, para marcar posição.

Um dos exemplos é o espanhol Alberto Cairo, que jogou no ar o rascunho de Infografía 2.1, sob licença Creative Commons. Antes de lançar Infografía 2.0, postou trechos do livro em sua página pessoal. Lev Manovich também usa a rede para isso: além de oferecer uma base de dados de artigos em seu site, o pesquisador disponibilizou em novembro passado uma das versões de seu novo livro Software Takes Comand para download.

meu comentário: excelente proposta. Bom seria acessar mais documentos publicados dessa forma. Em tempos de tudo-ao-mesmo-tempo-agora, é mais do que urgente compartilhar conteúdo, sobretudo de alta qualidade, entre pesquisadores. Os jornalistas agradecemos.

A pensar,

LM