Tudo bem que os sites jornalísticos começaram a perceber o potencial das base de dados para produzir narrativas. Mas é preciso antes avaliar que o que pode ser aproveitado para virar um mapa móvel dos candidatos mais próximo das características da nova mídia. Nesse sentido, o especial da Folha Online das eleições municipais acerta na informação, mas erra na exibição.
Quem disse que não dá para desenhar um navegador a partir do crivo de leitura dos usuários de web? Quem disse que os ícones têm de ser legendados?
O novo navegador da Google marca um avanço no design de web, simples e inteligível. Apesar de o conceito ter sido adotado pela Apple, agora a navegação intuitiva começa a fazer parte dos projetos digitais.
Falta agora ampliar o raciocínio para os jornais digitais.
Doutoranda na PUC/SP em Processos de Criação nas Mídias, bolsista da Capes II e pesquisadora associada do grupo NetArt. Mestre pela FACOM/UFBA, é autora do primeiro guia de estilo JOL do país (3 ed.). Fez parte do Bolsa UOL Pesquisa de 2008, sob o processo número 20080102180000. Participou da criação do iG e do Último Segundo. Coordenou a reformulação do portal baiano A Tarde On Line - design, conteúdo e sistema de publicação(2003 a 2006) -, e iniciou o processo de integraçao das mídias - jornal, papel e rádio - do grupo A TARDE. Venceu o 2º Prêmio de Mídia do Estadão (99), com Diários Paulistanos na Web.