19 de jul. de 2009

Para matar saudades

Como Dugald Baird, esta jornalista também não era nascida quando a International Times surgiu em Londres (1966).

Assim como nós, quem não pôde ler em suas páginas textos de Norman Mailer, William Burroughs, Alexander Trocchi e Allen Ginsberg, entre tantos outros, agora os têm a um clique do mouse.

A publicação pautada pela contracultura que circulou entre os anos 1970 e 1980 agora está na rede na íntegra e no mesmo formato que a consagrou.

Nesse caso, o valor histórico da International Times justifica a transposição analógica. Pesquisadores agradecemos a iniciativa.

LM

Duas dicas do NY Times

Já está na rede a versão 2 do Times Reader. Ainda que continue a reproduzir metáforas analógicas, trata-se da versão integral do papel + atualizações in real time direto no seu HD.


A outra dica bastante interessante é o share. Gostou de um texto e quer compartilhá-lo com em sua rede? O Times o ajudará.

LM

18 de jul. de 2009

Ainda?

Depois de tanto espernear sobre redundância nas edições on-line ainda tem jornal, como o Guardian, que insiste em apontar o dedo indicador a seus leitores. Será que alguém é incapaz de perceber que o ícone que está há anos no botão do controle remoto significa play? Tem de legendar?

Vale a pena reproduzir o que tenta ensinar Giselle Beiguelman sobre os erros terminógicos que alguns jornalistas insistem em ignorar:

Talvez a metáfora do site para designar a situação de não-localidade que estrutura o ciberespaço, esteja na raiz desse fenômeno de equívocos terminológicos que não são inconvenientes por serem errôneos, mas por mascararem a situação inédita de uma espacialidade independente da localização em um espaço tridimensional”
(O livro depois do livro 2003, p. 11-12).

A pensar (e muito),

LM

17 de jul. de 2009

Too much

Tudo bem, é bacana destacar a exposição do mestre da art brut Jean Dubuffet (1901-1985) no Instituto Thomie Ohtake, em São Paulo, mas precisa uma overdose de destaque na dobra de baixo da capa no Caderno 2 do estadao.com?

Notem que os 50 anos do Rei Roberto Carlos, exibido na Globo, semana passada, foi para o fim da lista.

Não entendi a lógica dessa edição, e vocês?.

A pensar,

LM

16 de jul. de 2009

User-agent: * Disallow: /

Por que impedir que os algoritmos do Google indexem conteúdo de jornais na web? Não é novidade a discussão sobre cobrar ou não pela informação que circula pela rede.

Tenho para mim que esse tema está fora da pauta dos usuários há bastante tempo, ainda que NY Times volte a cobrar centavos por seus textos, ainda que suas pesquisas apontem para interesse em pagar pelo que o jornalão americano divulga, trata-se de um caminho sem volta. Por dois motivos, no mínimo:

1) uma vez feito o download de um conteúdo pago, o cidadão pode fazê-lo circular onde quiser (e-mail, rede social e sites de compartilhamento de artigos e livros, entre outros).

2) é preciso que os jornais tenham um mecanismo eficiente de controle sobre a circulação da informação que postam na rede, e não apenas da que distribuem.

Pensando nisso, o blog do Google na Europa explica a importância de a busca indexar informações - atualmente, mais de 25 mil empresas noticiosas têm seu conteúdo disponível no mecanismo de busca - e ensina aos webmasters como bloquear as funções de seu algoritmo.

A pensar,

LM

15 de jul. de 2009

Por que o Facebook cresce?

Do IDG Now:

"No início de julho, a rede social Facebook superou a marca de um milhão de usuários no Brasil, segundo dados do blog Inside Facebook, em um comparativo com a rede social dominante no País, o Orkut, com 20 milhões de usuários."


Entenda por que ele cresce.


LM

14 de jul. de 2009

E se o dicionário fosse visual e dinâmico?


Qualquer palavra digitada na caixa, em inglês (of course), é associada a outras palavras e conceitos. A idéia é produzir diagramas semelhantes a um mapa neural.

O Visuwords utiliza uma base de dados open source da Universidade de Princenton, a WordNet, construída por estudantes e pesquisadores em linguagem. O acesso é grátis.

A dica é de Pierre Levy, no Facebook.

LM

13 de jul. de 2009

O que eles pensam sobre multimídia

Quer saber a opinião sobre multimídia de gente como Alberto Cairo (University of North Carolina), Andrew DeVigal (NY Times), Brian Storm (MediaStorm) e Ashley Wells (MSNBC), entre outros? Passe o mouse sobre cada imagem e aprenda com eles.

LM

12 de jul. de 2009

Para saber quem acessa redes sociais


Quer participar de uma rede social e não sabe como escolher entre tantas? O Brainz resolve. Levantamento do site de informação dá uma visão geral de digg, reddit, propeller, slashdot, my space, facebook, linked in e twitter, com perfis geográficos e temas, entre outros.
LM

11 de jul. de 2009

Obviedades

Cinco entre dez consumidores de iPhone e iPod touch acessam a web com mais frequência do que leem jornais de papel. Mais de 40% deles afirmaram preferir dispositivos móveis a computadores ou rádios. A pesquisa é da comScore e ouviu 3.848 pessoas que usam iPod touch e 3.454 consumidores de iPhone.

meu comentário: Nada mais óbvio, não? Se os dispositivos móveis são nada mais que computadores portáteis e, muitos deles, executam tarefas semelhantes (ou melhores), logicamente que essas máquinas se tornarão obsoletas.

Mas como quase sempre é preciso de uma pesquisa de credibilidade para tomar certas decisões, a comScore prestou um serviço ao mercado.


A pensar,

LM