Mostrando postagens com marcador database aesthetics. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador database aesthetics. Mostrar todas as postagens

14 de dez. de 2010

Browse the database

Esperava algo próximo a media visualization depois de o The Guardian tanto alardear sobre sua database aesthetics. Em vez disso, um clique que leva a um telegrama.

9 de nov. de 2010

Database CNN = Media visualization


Base de dados da CNN de mortos no Afeganistão e no Iraque elaborada em conjunto com redação digital e biblioteca da rede é um exemplo de media visualization, sem nuvem de tags, o que Lev Manovich chama de direct visualization or visualization without reduction.


1 de nov. de 2010

Não é o Guardian, mas...

A estética da base de dados veio para ficar. Isso é excelente. É muito melhor analisar informações por meio de mapas interativos. Além de poupar diversos cliques, ajuda a compilar o que é importante, de fato, como o Global Debt Clock, da The Economist. 

22 de out. de 2010

Wikileaks Iraq: data journalism maps every death

Muito bom. Wikileaks divulgou documentos com o total de mortes no Iraque desde o início da guerra, em março de 2003. O jornal inglês The Guardian transformou as informações em um grande mapa, construído com o Google Fusion Tables.

Get the fullscreen version

9 de out. de 2010

Google e Lennon

Excelente a interface do Google em homenagem ao aniversário de John Lennon: simples, limpa e inteligente.




29 de jul. de 2010

A importância do jornalismo de dados

Deu no blog do Tiago Dória:

"O Wikileaks ganhou, uma vez mais, a atenção das pessoas.

Neste domingo, o site publicou mais de 90 mil documentos secretos sobre as operações militares dos EUA, entre 2004 e 2009, no Afeganistão. Os documentos revelam detalhes nada positivos da atuação do exército americano no país, como mortes de civis não divulgadas.


A publicação dos relatórios mostra que algumas publicações estão tentando atender a uma das habilidades cada vez mais exigidas das equipes de jornalismo – conseguir transformar montanhas de dados em algo legível para os leitores.


NYTimesGuardian e Der Spiegel receberam com antecedência de quase um mês os relatórios, que estavam em formatos como KML, CSV e SQl. A intenção era que eles tivessem tempo de analisá-los, checá-los e apresentá-los da forma mais atraente e legível aos leitores.
Por coincidência, o Wikileaks enviou as informações para duas das publicações que mais têm efetivamente trabalhado com a questão do jornalismo de dados.


Guardian, mais experiente em lidar com dados, foi o que melhor apresentou e contextualizou o material. Um infográfico interativo foi produzido. Cada relatório foi plotado em um mapa.




O NYTimes, por sua vez, preferiu montar uma reportagem grande com destaque aos casos mais polêmicos e links diretos para os documentos.



A revista Der Spiegel também optou pelos infográficos e chegou a fazer links para a “concorrência”. Ou seja, para as reportagens do Guardian e do NYTimes.



Para entender o Wikileaks, responsável pela divulgação dos documentos, é necessário conhecer um pouco o mantra de que “a informação quer ser livre”. No caso, os fins justificam os meios. O importante é que os documentos fiquem online e acessíveis a qualquer pessoa.


O Wikileaks surgiu em 2006, criado por Julian Assange, importante hacker e ativista da transparência pública na Austrália. Hoje o site é considerado uma organização internacional ligada à liberdade de expressão na web. Conta com uma equipe formada por jornalistas, matemáticos e dissidentes chineses responsáveis por fazer uma checagem inicial das dezenas de documentos sigilosos e denúncias que chegam ao site.


Na prática, funciona como ponte entre denunciantes e o público em geral. A pessoa envia os documentos ao Wikileaks, tem a sua identidade mantida em sigilo e as informações são tornadas públicas.


Concordo com Alexis Madrigal, editor do site da revista Atlantic. Apesar de ter servido de canal para importantes denúncias, como o vídeo da morte dos jornalistas da Reuters no Iraque, ainda é cedo para julgar o Wikileaks. Ninguém sabe com 100% de certeza o que ele é e como realmente funciona. Em princípio, parece que o seu interesse é público e não político em divulgar esse tipo de informação.


No caso dos documentos do Afeganistão, acredito que, no final das contas, o vazamento chamou mais atenção do que o próprio conteúdo dos relatórios.




Neste sentido, é um exagero, claro, acreditar que o Wikileaks substitui o trabalho de algumas publicações. Pelo contrário, ele exalta mais ainda o trabalho delas.


O próprio diretor do Wikileaks já afirmou que seu site sozinho não faz muita coisa. O Wikileaks nasceu no ambiente de informação da internet, onde coexistência é uma palavra importante.


No caso, o Wikileaks divulga apenas as informações brutas. Quem tem paciência ou tempo para analisar mais de 90 mil planilhas? É aí que entra a habilidade dos jornalistas e dos programadores-jornalistas de checar, analisar, questionar, mesclar (mashup) e tornar legíveis esses dados, seja em forma de infográficos, aplicativos ou mesmo uma reportagem em texto.


Acredito que o caso do vazamento dos relatórios do Afeganistão mostra um caminho que será cada vez mais comum. A publicação na web de informações brutas por parte de governos e organizações públicas e privadas. E o trabalho da imprensa em traduzir essa montanha de dados. Contudo, para isso, serão exigidas “novas” habilidades das equipes de jornalismo, como noções de scraping (raspagem de dados), programação e uso de banco de dados."

20 de jul. de 2010

Top secret america



Excelente base de dados resultou uma investigação do jornal The Washington Post sobre os gastos e a eficácia dos programas secretos de segurança do governo americano.  



12 de jun. de 2010

Base de dados em HTML 5


Interessante infográfico em HTML5publicado pelo FlowingDatapara mostrar os times que foram às finais da Stanley Cup desde 1927.



14 de abr. de 2010

Base de dados visual da BBC

Vale a pena navegar pelos projetos de estética visual e organização da informação em base de dados da BBC, a DataArt on BBC Backstage.

8 de abr. de 2010

Revolução visual

O vídeo não é novo, mas sempre vale a pena saber o que Fernanda Viegas sobre como organizar informação por meio de uma estética baseada em banco de dados: 

TEDxSP 2009 - Fernanda Viegas from TEDxSP on Vimeo.

16 de mar. de 2010

Visualising the internet

Vale a pena navegar pelo SuperPower, um mar de dados oferecido pela BBC sobre redes sociais, sites noticiosos e browsers, entre outros. Entre os portais, o UOL é destaque, com 27.726.174 visitantes únicos. Na categoria Media/News, está o Globo, com 23.255.841 visitantes únicos. 

2 de nov. de 2009