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1 de nov. de 2010

Não é o Guardian, mas...

A estética da base de dados veio para ficar. Isso é excelente. É muito melhor analisar informações por meio de mapas interativos. Além de poupar diversos cliques, ajuda a compilar o que é importante, de fato, como o Global Debt Clock, da The Economist. 

26 de abr. de 2010

Política vai bem na velha mídia?


Excelente texto da The Economist sobre campanha eleitoral inglesa na nova mídia. A análise desmonta a idéia da obamania:  


"Television is the only technology that can reach so many people in a single day. But others are not far behind. Although their circulation has declined, newspapers still reach large audiences. The Sun, which supports the Conservatives, is read by 8m people each day. By comparison, much-touted social media like Twitter are so niche as to be almost invisible. Get Elected, a political-research outfit, has examined 100 tight races, where online campaigning should presumably be fierce. It found that only 45% of the candidates in those races had Twitter accounts. The politicians who used it attracted an average of just 614 followers. The average English constituency contains 70,000 people."


íntegra 

29 de jan. de 2010

A world of connections

"Online social networks are changing the way people communicate, work and play, and mostly for the better, says Martin Giles". 

(via @TheEconomist)


22 de jan. de 2010

Diário de S.Paulo tem nova interface



Já está no ar o novo redesenho do Diário de S.Paulo. Dividido em canais e com destaque para serviços, o jornal muda o formato de exibição de imagens, nos moldes da economist.com. A versão impressa, em flip, está aberta, por enquanto. Com navegação intuitiva, trata-se de um dos poucos jornalões que não apontam o dedo indicador ao leitor.  

18 de nov. de 2009

The i-Decade, by The Economist



O suplemento trimestral da The Economist, Intelligent Life, marcou os anos 2000 como a i-Decade, pelo uso expressivo de iPod e iPhones mundo afora. A palavra da ordem do dia é mobilidade, e comunicação por imagens foi substituída pela comunicação por palavras. Também trata-se de uma questão de estilo, de comportamento, e não somente sobre uso de tecnologia de ponta. +

17 de set. de 2009



http://mediaconvergence.economist.com

(via mcoutinho, no twitter)

LM

26 de ago. de 2009

29 de jul. de 2009

Taking sides

The Economist analisa fusão Microsoft + Yahoo!:

"USERS will probably not notice all that much. But the deal may be seen one day as a significant event in the internet industry. Microsoft and Yahoo!, the world’s biggest software firm and its leading online portal respectively, have reached a deal for a ten-year web search and advertising partnership after years of speculation about a tie-up. The combination, which was announced on Wednesday July 29th, is not as far-reaching as originally envisaged. But it is likely to create a serious rival to Google, the online giant that dominates both of these markets." +

LM

9 de jul. de 2009

Where do you get your ideas?

É com essa pergunta que a The Economist anuncia o thinking space, espécie de laboratório para testar formatos de interface em flash. Para saber o que seus leitores europeus pensam da iniciativa, os editores da revista os convidaram para experimentar o design intuitivo em um ambiente participativo e colaborativo.

Com navegação intuitiva, o mais intessante da proposta é que o browser não opera com metáforas analógicas, como os famosos ícones de casinhas para designar home page, as setas: ir para a frente ou para trás (há setas, mas direcionar o conteúdo apenas) e estrutura diagramável.

A pensar,
LM

19 de jun. de 2009

Leitor ajuda a reformular Economist.com



O questionário publicado na página da The Economist representa um avanço ao convidar leitores a colaborar com idéias para reformular o que os editores chamam de "canais" do site da revista. Há perguntas sobre organização do conteúdo, interatividade, busca, recomendação de texto a outras pessoas ou distribuição em redes sociais. Em resumo, design, usabilidade, navegação e qualidade da informação.


meu comentário: no caminho

LM