10 de ago. de 2009

Google Tests New Search Infrastructure

A nova ferramenta de busca do Google, batizada Caffeine Search Infrastruture, promete melhorar a indexação na web e apresentar dados relevantes com mais agilidade. Ainda em fase de testes, os engenheiros Sitaram Iyer e Matt Cutts, responsáveis pelo projeto, convidam os internautas a testar a ferramenta e lhes enviar feedbacks.

A tese deles para criar um sistema de pesquisa de ponta está embasada no seguinte:
  • Crawl a large chunk of the web.
  • Index the resulting pages and compute how reputable those pages are.
  • Rank and return the most relevant pages for users' queries as quickly as possible.

LM

Hackeamento como arte

É possível hackear e fazer arte? Daniel Hora diz que sim e dá nome à atividade: arte-hackeamento. Quer saber como funciona?

A dica é de La Beiguelman, no Facebook.

LM

9 de ago. de 2009

Inteligência mobile


Até o final deste ano, o total de pessoas que utilizarão aparelhos celulares chegará a 4 bilhões, de acordo com o European Information Technology Observatory (EITO). O instituto mostra ainda que o volume de negócios envolvendo mobile aumentará em 10% - cerca de 33 bilhões de euros.

Esses dados indicam que a população mundial está perto de se tornar completamente conectada. Diante disso, a questão que se coloca é a seguinte: que tipo de inteligência coletiva irá surgir dessa interconexão global? Estamos preparados para isso?

A pensar,

LM

8 de ago. de 2009

O Big Bang da internet


A internet das coisas finalmente chegou à grande imprensa brasileira. Capa da Veja, a matéria afirma que a nuvem depende de estratégias de linkagens temporárias e não depende de nenhuma máquina específica para existir. Vai reformatar a economia e o cotidiano ao permitir que objeto esteja conectado à rede.

A pensar,

LM

6 de ago. de 2009

10 perguntas para o editor da Wired

O editor da Wired, Chris Anderson, desmonta, em entrevista ao gapingvoid, a economia em torno da rede. Para Anderson, quase tudo na web está free. O jornalista compara os modelos de negócio dos séculos 20 (simple cross-subsidies--you're paying, sooner or later) e 21 (wildly indirect cross-subsidies--somebody's paying, but it's probably not you) e afirma que a economia digital vai operar no "Freemium" (free+premium) .

A lógica é a de que alguém vai pagar (anúncio, patrocínio or whatever) para que outros possam acessar conteúdo de graça:

"The main problem with professional media is that we've lost our quasi-monopoly on consumer attention. What's worse, we've lost it to an indistinct cloud of mostly non-media voices, from blogs to Facebook to Twitter to YouTube. These amateurs, mostly producing without any interest in a business model at all, are narrow where we are mass, many where we are few and free where we are paid. They are not media but they compete with media. That's why strict adherence to terms doesn't help--it's fifth column vs fourth estate!

I think that this is a moment where the sacred vocabulary of professional media (journalism, news, etc), which we use as incantations to differentiate ourselves from the unwashed horde, now obscure the path forward more than illuminate it. Some of what we do still has great value and perhaps always will: original information, accuracy, analysis, great writing, edtiting, etc. But it is arrogant to assume that only we can do that stuff, or that we know best what's fit to print.

I don't know what the future of professional media is, but I am sure there is one and am excited to participate in the many experiments that will reveal what it is (obviously there is no one model or a silver bullet solution--instead the future is going to messy and multivariate, which is why it's so scary for many). One thing that is sure is that it's not hoping change will stop or wishing to reverse the tides of history."


A pensar,

LM

5 de ago. de 2009

Quem disse que as interfaces desaparecem?

Carlos Scolari diz que não. Para o autor de Hipermediaciones, as interfaces se transformam. O texto é de final de julho, mas está na ordem do dia para quem estuda composição na web. Vale a pena adicionar ao bookmark. Reproduzo aqui dois importantes parágrafos que explicam a lógica da transformação:

"A pesar de su juventud, una serie de gestualidades y formas de interacción -algunas de ellas nacidas en las pantallas de las computadoras- ya se han integrado plenamente dentro de la gramáticas de interacción de los dispositivos móviles. Movimientos como pellizcar para achicar una imagen (zoom in) o el gesto contrario -separar el pulgar y el índice- para agrandar una imagen (zoom out) se han instalado en la enciclopedia mental de los usuarios gracias a la pantalla táctil del iPhone. Otros gestos naturalizados -mover con el dedo índice una página o foto hacia abajo o hacia el costado (scrolling)- también son parte de este nuevo conjunto de saberes interactivos.

La llegada del codex hace dos mil años marcó el comienzo del fin del rollo como interfaz de la escritura/lectura. El códice -el antecesor directo del libro impreso- proponía otra forma de interacción basada en el pasar páginas (browsing). Pero el scrolling no murió: en los años 1980 reapareció en las pantallas de los procesadores de texto y hoy lo encontramos en algunas aplicaciones para móviles donde el contenido se desarrolla sin solución de continuidad sobre la pantalla. En cierta forma los dispositivos móviles integran gramáticas de interacción que hasta ahora aparecían separadas en diferentes soportes: el browsing del codex y de los libros y el scrolling de los rollos de papiro. Las interfaces, como vemos, no desaparecen sino que se transforman y adaptan a los nuevos soportes. Las interfaces, en otras palabras, pueden permanecer en estado latente por mucho tiempo hasta que un nuevo dispositivo las reclama y pone en acción."

íntegra

LM

4 de ago. de 2009

The propaganda newspapers


Acha esse cenário absurdo:?

Imagine for a moment that you are Gordon Brown. Angry at the "negative" news agenda of the press, you spend large sums of public money to destroy it.

You start several newspapers of your own, hiring experienced journalists and well-known columnists with big public followings.

You fill your newspapers with nearly everything people buy papers for - news, features, property pages, what's-on guides, even crumpet - and you do it well.

Only a few things are missing from your newspapers - anything whatever that reflects badly on you, and any mention at all of your political opponents.

You offer taxpayer-subsidised advertising rates that your commercial rivals cannot match. You deliver your newspapers free of charge to everyone - unlike your competitor papers, for which everyone still has to pay.

One after another, they shrivel and die. Eventually, as in the former East Germany, the only news available is that provided by your government-controlled newspapers.

LM

3 de ago. de 2009

Guardian Hack Day

Quer saber por que o Guardian acertou ao criar o Hack Day? O site do jornal inglês reúne jornalistas e leitores em torno de um objetivo em comum: criar peças colaborativas baseadas em dados, aplicativos, mashups e tags.

E o resultado não poderia ser melhor: na segunda edição, foram apresentados 30 projetos em 24 horas.

Entre eles, destacam-se: base de dados visual sobre a crise econômica, a gripe suína e o que a grande mídia deixou passar, gadgets de seções do Guardian em RSS, filtros a partir do Yahoo Pips para agregar conteúdo do jornal espalhado em redes como Digg e Reddit e uma série de ferramentas de alerta e de validação de conteúdo no Twitter ou para criar ranking de mais re-twitts, entre outros.

A iniciativa da turma do Guardian pelo segundo ano consecutivo mostra que o XML veio para mostrar que é possível pensar uma nova estética de composição na rede: "If you are a developer and want to build similar applications, you can apply for an API for the Open Platform, and data is available to all at the Data Store."

Conheça os vencedores

A pensar,

LM

2 de ago. de 2009

A era da interface

Nos dias 6 e 7, a UFRJ vai ser palco de uma discussão que está na ordem do dia na cultura de rede: Cultura 2.0. O 2.0 representa o que de melhor dá para fazer em termos estética de base de dados com o XML.

E quando se pensa em uma estética pautada pela cultura de rede, é indispensável ouvir o quarteto Giselle Beiguelman - PUC/SP (A era da interface), André Lemos - Facom/UFBA (Cultura Móvel), Lev Manovich - UCSD/Software Studies - e Cícero Inacio da Silva - CRCA/FILE Labo (Estudos culturais do software).

O evento terá transmissão ao vivo pela TV Fórum. Anote a programação.

LM

1 de ago. de 2009

your.flowingdata with Twitter

Quer arquivar dados sobre você, em tempo real, no Twitter? Acesse your.flowingdata with Twitter.

LM