Mostrando postagens com marcador mercado. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mercado. Mostrar todas as postagens

7 de nov. de 2008

Superioridade moral

De Fernando Gabeira, na Folha (assinantes)

"De que adiantam debates estéreis, em que se volta para casa com uma sensação de superioridade moral, mas nenhum avanço prático?"

O trecho integra artigo que analisa a vitória de Obama nos EUA, mas vale para a relação academia x mercado.

A pensar,

LM

16 de jun. de 2008

Quem é o dono da bandeira?

Imperdível o "on" de José Marques de Melo, no Blog da Lia Seixas, da Facom/Ufba. Perguntado sobre as inúmeras classificações apontadas nos artigos quase que sempre, o professor foi taxativo:

Gêneros Jornalísticos - Uma classificação a cada novo artigo
José Marques de Melo - Porque, na verdade, não há preocupação com acumulação. Muitas vezes, as pessoas estão interessadas em fincar sua bandeira. Não tenho classificação. Minha classificação é cumulativa. Basicamente, a minha classificação é do Luiz Beltrão, com algumas adptações."

A pensar,

LM

15 de jun. de 2008

Cheios de opinião

Em entrevista ao blog Gêneros Jornalísticos , o papa do estudo sobre gêneros no Brasil, José Marques de Melo, disse à Lia Seixas, da Facom/Ufba, que falta rigor de pesquisa em jornalismo, sem a observação necessária.

"Nós damos opinião, nós achamos, mas não se pesquisa quase nada..."

E não pára por aí.

Melo diz que o campo jornalístico está desaparecendo porque

"Não se pesquisa comunicação de massa nesse país. Se acha, se condena, se aprova, mas não se pesquisa. Não se tem estudos empíricos. O que se refletiria também na inexistente relação entre universidade e mercado. No nível mais prático possível, em ciências sociais aplicadas, trabalha-se, frequentemente, com pesquisa de campo e coletas de dados. "Não há diálogo. Pelo contrário, há recusa. A gente se comporta diante do mercado como se fosse alguma coisa que não nos dissesse respeito."

Aplausos a Melo

LM