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18 de jul. de 2008

Comunicador gráfico

Mais uma de Nigel Homes: o designer inglês mostra o que é preciso para ser um bom infografista. Não trata-se de novidade, a imagem está na web há algum tempo, mas interessa a estrutura para aplicar em outras modalidades... formatos, o que for.

A pensar,
LM

8 de abr. de 2008

Interatividade já!

Há mais de uma década, eram os sites que nos permitiam customizar conteúdo, depois vieram aqueles boletins via e-mail que passamos a chamar newsletter. Então, nos venderam os news alerts (alertas curtos de emergência, em texto). Também havia aqueles dispositivos de mensagens de texto, os bips... Deixamos esses aparelhos antiquados e mudamos para o celular, com SMS. Daí, nos ofereceram os MMS. Opa, um passo à frente de letras e mais letras. Agora, todo site que se preza oferece RSS. Ah, você não tem RSS? Não é cool.

Ok, os meios de envio de alertas, atualizações ou de mensagens customizadas são necessários, às vezes. Mas precisamos bombardear dessa maneira? Não seria mais interessante parar e pensar que o RSS é uma remediação disso tudo? E oferecer apenas isso?

LM

4 de abr. de 2008

Share? Qual deles?


Outra ferramenta muito, muito, muito utilizada nos sites jornalísticos (das mais variadas formas, há sites com anúncios nessas seções) é o share, compartilhamento de informações. São ícones interativos que permitem ao usuário inserir conteúdo em seu favoritos (delicious), em apontar informação credível (digg) ou rankear posicionamento na rede (tecnhorati). Tudo bem, queremos interagir, queremos clicar naqueles ícones e mostrar o que pensamos, nos posicionar diante do que lemos. Mas precisamos de tantas opções? Que critérios nos levam a fazer essa lista de interatividade total? No inglês Guardian, a turma do design teve de achar uma solução para tantos elementos...
LM